Dúvidas e Perguntas

Utilize esse espaço para tirar suas dúvidas sobre Psicologia e Psicoterapia. Basta clicar em comentários e digitar o que você deseja saber. Lembramos antes que esse espaço tem como objetivo apenas esclarecer os leitores sobre o tema e não servir como psicoterapia on-line.

358 comentários:

«Mais antigas   ‹Antigas   201 – 358 de 358
Anônimo disse...

Como é uma consulta com o psiquiatra? Qual é a diferença entre a terapia?

Anônimo disse...

Como é caracterizado um indivíduo com fobia social?

NUNAP disse...

Caro Anônimo,

A consulta psiquiátrica tem o objetivo de realizar o diagnóstico através de uma anamnese do estado mental do indivíduo e, caso o profissional julgue necessário, prescrever medicamentos, bem como verificar se a origem do quadro é de ordem psíquica ou orgânica. No caso da psicoterapia, o objetivo é realizar o acompanhamento do indivíduo ao longo do tempo, procurando entender a construção do sintoma e auxiliá-lo na busca de formas mais saudáveis de lidar com a vida em geral.
Cada vez mais, existe a interação enter os profissionais da área da psiquiatria e da psicoterapia pois entende-se que somente os remédios não irão resolver o problema caso a origem do mesmo não seja transformada também.
Equipe Nunap

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
O indivíduo com fobia social é aquele que sente extrema ansiedade na convivência com outros indivíduos, cm medo de ser exposto em público, de ser o centro das atenções, de fantasias de humilhações, etc.
É claro que todos nós sentimos vergonha algumas vezes em situações variadas mas no caso da fobia social, o indivíduo chega a graus extremos de ansiedade, podendo se isolar da convivência de outros indivíduos, aumentando ainda mais o problema.

Anônimo disse...

Não querer ter amizades, conviver na sociedade, se relacionar com outras pessoas, por opção, pode ser alguma doença?

Anônimo disse...

Mais uma dúvida. Sentir raiva, estresse, angústia do nada é alguma doença mental também?

Uma pessoa que está lendo, vendo TV ou conversando com alguém, de repente vem aquela raiva, do nada, aquela angústia, estresse e ansiedade é uma doença?

Obrigada.

Anônimo disse...

Gostaria de saber se e normal apos passar por um trauma esquecer o principal motivo o wual levou a esse trauma. ex: qdo eu brigo c minha mae e tao sofrido, ela magoa fala barbaridades e logo depois eu n consigo lembrar qual foi o motivo da briga e no dia seguinte apesar de ficar mto magoada e saber q ela falou barbaridades n consigo lembrar o q foi. gostaria de entender o q ocorre cmigo. obrigada!

Anônimo disse...

Tenho um namoro que já dura há 6 anos, somos muito amigos e cúmplices, desde sempre me falou em casar e como isso é o que mais deseja, que gostaria muito que isso já acontecesse, mas recentemente, quando eu demonstrei estar preparada para isso, ele foi ignorando, ao ponto de eu falar aberta e directamente com ele e ele me rejeitar sem rodeios, justificando-se que ele é que sabia quando queria que isso acontecesse. Fiquei surpresa, bastante confusa, sentindo-me algo usada e enganada. Ambos nos conhecemos em, a vida de cada um, as famílias, há toda a intimidade possível, não entendo o que o impede, eu estou desempregada e procurando emprego, é uma situação que poderia ocorrer até na constância de um casamento, ele empregado e ganhando acima da média... Seis anos depois, com um namoro cúmplice e onde sempre fui convencida de que há muito essa vontade de casar, quando demonstro estar preparada para iniciar esse passo, que não é de um dia para o outro, ele diz-me na cara que não me pede em casamento, que eu nem tenho nada que dizer com respeito a esse passo, como se não fosse um assunto sério que deve ser decidido a dois, pensado a dois...
Não entendo, mostrei a minha surpresa, a minha confusão, a minha desilusão, o meu choque, ele manteve a sua postura inflexível e peremptória, indiferente ao que isso provocou em mim. Como o amo muito, e pensei que poderia dar-lhe tempo para ele encontrar a altura certa, continuei este namoro, mito ferida e com dúvidas e confusão em relação aos seus actos que nada têm a ver com as suas atitudes. Passaram meses, e ele continua a fingir que nada se passa quanto a esse assunto, está a magoar-me, sabe, tem consciência, e finge que não percebe, foge ao tema. Ele vive em casa da família, confortável, eu vivo fora da família, temos liberdade total para estar juntos. Comecei a pensar se será o caso de "quem compra a vaca quando tem o leite de graça?"... Acredite que ele queira um dia casar-se, mas está demasiado confortável na sua vida, e penso, quem não me quer hoje na adversidade, apenas me vai querer na bonança e facilidade, isso é amar ou é pragmatismo puro? E se cria na minha cabeça essa ilusão porque me rejeita com frieza? Estou a pensar que talvez me falte amor-próprio para ver aquilo que não quero ver... Não sei que atitude tomar,falar directamente com ele é falar com um surdo, e não posso pressioná-lo a fazer algo que evidentemente não tem vontade de fazer. Mas não me sinto amada verdadeiramente, sinto-me confusa, muito, não estou a conseguir lidar com esta realidade...

NUNAP disse...

Olá,

Caro anônimo, o ser humano sempre necessitou do convívio social e das trocas de experiências provenientes deste contato. Nossa espécie, mesmo frágil, sobreviveu às diversas catástrofes naturais, apenas por duas condições: a primeira pela nossa capacidade de adaptação às mudanças do meio; a segunda por nossa socialização. Ao nos agruparmos, passamos a ampliar nossa força, assim, enfrentamos os perigos inerentes às situações que nos ameaçaram.
Em decorrência deste fato, podemos inferir que a associação, passa a ser mais do que uma escolha, e sim, uma necessidade intrínseca do humano.

Entretanto, estamos vivendo um momento histórico, que nos obriga a acalcar metas e objetivos, sem que possamos perder tempo com a construção de relações afetivas. A internet e suas redes sociais nos fazem acreditar, que o convívio pode não ser primordial. Basta que tenhamos nosso perfil atualizado e uma rede virtual para nos comunicarmos. Ainda assim, vemos que as pessoas buscam, acima de tudo, o contato e a troca.

No seu caso, se a ausência de desejo de estar com o outro não fosse uma questão, você certamente não estaria se perguntando sobre a origem patológica de sua opção. Vale refletir sobre o que significa para você, particularmente, este contato. Quais são os riscos, ainda que inconscientes, de estar se relacionando. Seria interessante aprofundar, elaborar em que momento, e os motivos que o levaram a fazer uma escolha pelo caminho plenamente solitário.

Esperamos que, mais do que fechar seu questionamento, tenhamos aberto possibilidades de consciência e crescimento.

Abraços,

NUNAP disse...

Cara Anônima,

O que nos relata pode ser facilmente compreendido: trata-se de um mecanismo de defesa que você aciona ao se confrontar com situações difíceis. Isso é muito comum, e até certo ponto saudável, em todos os seres humanos. Seguindo a psicanálise freudiana, são aspectos do nosso inconsciente que nos auxiliam a lidar com os riscos psíquicos. Precisamos, apenas, de atenção para saber se esse fato a impede de enfrentar a realidade mantendo a sua zona de conforto.
A sensação de que está magoada, já pode ser considera importante. Tente utilizar um diálogo mais aberto, sempre que este sentimento se fizer presente. Isso, certamente, ajudará você a esclarecer e enfrentar os medos. Lembre-se, falamos de medos que ultrapassam a sua capacidade de entendimento racional.

Mari disse...

Olá, tive sindrome do pânico há exatamente 6 anos, mais ultimamente tenho acordado na madrugada com palpitações, tendo a impressão que a minha pressão esta alterada e achando que algo de ruim acontecera comigo, o incrivel que isso só acontece no meio da madrugada...é possivel que esteja novamente com sindrome do panico?

NUNAP disse...

Mari,
Identifica-se na sua mensagem a presença do que em TCC chamamos de Distorções Cognitivas, como a catastrofização. Você também interpreta sinais do seu corpo como evidência de que algo ruim irá lhe acontecer, ficando ainda mais ansiosa. Isto é bastante comum em quadros de ansiedade.
É necessário que você procure profissional especializado, ok ?
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Bom dia,
eu sou homossexual e estou num relacionamento que está passando por uma certa dificuldade, meu parceiro tem problemas de atração sexual em relação a minha aparência física e isso atrapalha na qualidade da vida sexual, nós nos amamos bastante, porém esse inconveniente está desgastando a relação a ponto de estarmos pensando no término, meu parceiro tem noção que isso é um problema dele e até já procurou ajuda terapêutica, porém sem resultado, existe uma forma de tratar essa "Fobia" que meu parceiro tem em relação a mim?? Qual é exatamente o nome dessa patologia que meu parceiro está acometido? Agradeço desde já!!

Anônimo disse...

Dr.
Gostaria de saber se tenho algum problema, pois nao consigo ter relações sexuais com mulheres, a não ser com a minha esposa.
Com a minha esposa, só em cogitar sexo, ja tenho ereção, agora em tentativas de relacionamentos extra-conjugais, nao consigo ter ereçoes.

Obrigado.

(obs: quando fui ter a minha primeira vez com a minha esposa tambem demporei a conseguir ter ereçao, hoje em dia é bem rapido como disse.)

Anônimo disse...

Caro Anônimo,
A sexualidade humana é realmente uma "caixinha de surpresas". Muitas pessoas se queixam, por exemplo, de problema exatamente oposto ao seu : de que tem uma relação fixa com alguém e que não gostariam de ter relações extra-conjugais porém, não resistem ao impulso.
A sexualidade está relacionada a diversas questões como a cultura e crenças sobre o certo e errado dentro da nossa sociedade.
Você não falou se a tua relação atual é satisfatória e o porquê de estar buscando outras relações.
Pode também estar experimentando culpa ou ainda procurando outra pessoa em função de valores como ter que se aproximar de outras mulheres, tão comuns em culturas machistas.
Enfim, várias coisas não é mesmo ?
Os caminhos do desejo são particulares. Verifique como você se sente em relação à isto sem se preocupar demais com o que as demais pessoas pensam sobre o assunto.
Equipe NUNAP

Michelle disse...

Olá, venho atraves desta buscar uma informação. Eu tenho 18 anos e em toda a minha vida sempre fui uma pessoa super sentimental que choro por qualquer coisa, quando escuto musicas triste penso em ter medo de perder minha familia e começo a chorar. Será que estou entrando em depressão? Um exemplo bem recente é que meu pai foi internado, mas graça a deus ele já teve alta, mas lembrando dele na cama do hospital e vendo outras pessoas doentes faz com que chore muito. e neste periodo escutar musicas tristes me deixa totalmente triste. Não procuro psicologos por vergonha de minha familia e medo de ser algo sério. Me ajude por favor. Fico grata

Anônimo disse...

Bom dia, eu fiz uma pergunta no dia 19/01 e minha pergunta foi simplesmente ignorada, gostaria de saber por qual motivo isso aconteceu????

NUNAP disse...

Anônimo,
Primeiramente, desculpe a demora em respondê-lo.
É difícil comentar algo desta natureza pois quando não há informações sobre o histórico do indivíduo qualquer análise pode ser precipitada. Em um processo de terapia adequado, é que se consegue chegar ao significados de cada um.
Veja quantas possibilidades: será a falta de atração do seu parceiro algo relacionado especificamente à você ou é uma falta de libido mais generalizada? Será que o seu parceiro tem alguma dificuldade de entrega afetiva e, à medida que a relação se aprofunda, isto vai se tornando ainda mais difícil para ele ?
Não existe um transtorno ou nome para isto. É a significação do desejo na vida de cada um.
Abraço.
Equipe NUNAP
N

Anônimo disse...

Cara Equipe, eu também postei uma mensagem dia 12/01 sobre meu longo namoro de 6 anos, e ainda não me foi dada resposta. Gostaria de saber se o poderão fazer, por favor.
Agradeço.

NUNAP disse...

Cara anônima,



Somos solidários aos seus sentimentos e frustração. O casamento, que parecia algo concreto nos projetos desta relação, mostra-se frágil e inexistente diante do recuo claro e inflexível de seu parceiro. Como nos pediu ajuda para compreender os fatos e suas emoções, cabe-nos levantar alguns questionamentos. Você fala de um relacionamento com muita cumplicidade, mas sente-se sem parceria e reconhecimento. Sozinha em um sonho que deveria ser de dois. Você levanta uma importante questão, que em sua baixa auto-estima, possa ter evitado olhar de frente para os conflitos internos que emergiam em seu parceiro e, consequentemente, nos projetos do casal.



Todo relacionamento passa por transformações. No início, o apaixonamento faz parte das necessidades dos parceiros de acreditarem que tudo será eterno e perfeito. Essa injeção de empolgação e desejo servirá para que, posteriormente, nos momentos de crise, possam se nutrir e retornar ao investimento a dois. O tempo, senhor da razão, nos traz de volta à realidade, para que possamos construir, de forma sólida e verdadeira, algo novo e inédito a cada vínculo afetivo. A reação do seu namorado poderia ser natural, considerando que muitas pessoas sentem medo ao estar diante de um passo tão sério e, a princípio, definitivo na vida. Entretanto, existe uma linha muito tênue entre o medo inerente às grandes transformações e a mudança de sentimento em relação ao que já estava definido.



O que podemos lhe dizer, a princípio pode parecer simplório, mas o mais importante neste momento não será decifrar o enigma do mundo interno e das intenções do seu companheiro. Quando a estrada apresenta algum tipo de barreira, é hora de parar e ressignificar o que parecia certo. Ele está lhe dando a chance de refletir profundamente sobre o seu desejo e o seu lugar nesta relação. As relações intensas não são parte de um jogo, portanto, não perca tempo criando estratégias, mas busque se encontrar, resgatando a sua auto-estima. Volte-se para você, seus objetivos de vida, seus sonhos e desejos, que possivelmente ficaram em segundo plano. Para ser amada, você precisa também se amar, redescobrindo suas qualidades. Talvez assim algumas coisas se esclareçam, ajudando a encontrar o caminho, que independe deste, ou de qualquer parceiro.

Anônimo disse...

olá..sou formada em psicologia há muitos anos,mas pouco exerci a profissão.Gostaria muito de recomeçar,mas não sei como.Por favor me ajudem dando sugestões.

NUNAP disse...

Olá Anônimo,
A psicologia tem amplo leque de possibilidades. O profissional pode atuar em área clínica, escolar, hospitalar, organizacional e em pesquisa, por exemplo. Além disto, cada área destas têm possibilidades diferentes. A clínica, por exemplo, abrange os atendimentos em psicoterapia, neuropsicologia, reabilitação neuropsicológica, orientação familiar, enfim...Talvez seja melhor você começar, definindo um destes campos.
Abraço
Equipe NUNAP

Michelle disse...

Olá equipe Nunap. Eu havia feito uma pergunta e gostaria que me respondesse, pois, é muito importante para mim. Foi postado no dia 24 d janeiro de 2012. Fico no aguardo

Anônimo disse...

Bem,
no final de setembro de 2011 minha mãe começou a agir de modo estranho, com um sorriso constante na cara, pensamentos confusos (como dizer que as pessoas não morrem, continuam na terra e são as pessoas que mentem pra gente, entre diversos outros), dormindo durante o dia mais do que o costume e a noite tendo insônia, não conseguia ter uma conversa de forma racional e sequencial, jogando coisas no lixo, rasgando papéis importantes. Acabamos levando a para um psiquiatra que passou um antipsicotico a ela e com um certo tempo ela melhorou. Mas agora em janeiro de 2012 ela se encontra novamente assim sem que a gente tenha nenhuma idéia do que possa ter acarretado essa mudança, da primeira vez pensamos que poderia ser devido a morte de sua mãe, que morreu em maio e completava aniversário no começo de outubro, mas agora não temos nenhuma idéia. Eu sei que é difícil ter um opnião formada sobre alguém tentando relatar o que se passa com outra pessoa, mas eu só gostaria de ter alguma noção do que poderia ser...

Alanna

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
Existem alguns quadros neurodegenerativos que cursam com alterações de personalidade, especialmente quando ocorrem na região frontal do cérebro. É adequado que você procure o neurologista para verificar isto. Pode ser necessário também realizar avaliação neuropsicológica.
O quadro descrito por você pode ser compatível com isto e o médico/neuropsicólogo poderá realizar o diagnóstico diferencial.
Equipe NUNAP

luci disse...

olha,estou com uma enorme confusao na minha cabeça,sou casada a 10 anos,mas estou pensando em acabar com tudo,não aguento mais meu marido esta me deixando confusa ele so quer transar comigo se eu tiver contando historia de mim fazendo sexo com outro nos minimos detalhes,sabe nao sei o que pensar mais sera que ele e gay ou ele faz isto pra descobrir alguma coisa de mim ,to ficando doida ja me ajude por favor.ate por telefone ele quer ser realzado desse mesmo jeito o que devo dazer ou isto e uma fantasia erotica meu deus to muito confusa.obg

NUNAP disse...

Olá Michelle,

Em seu breve relato, você nos mostra uma pessoa muito sensível e disposta a aprofundar suas questões internas. Neste período da sua vida, aos dezoito anos, existe uma passagem extremamente importante, a entrada oficial para a vida adulta. Diante deste fato, é natural que você esteja com medo de perder os apoios que até hoje serviram de abrigo e direção. Agora, provavelmente estão se apresentando decisões que definirão novos caminhos. Isso marcará a sua trajetória individual, profissional e afetiva.

Outro ponto de reflexão é que também nesta etapa ocorre um distanciamento das figuras parentais, de maneira mais determinante, que simbolicamente pode levar ao medo da morte desses personagens. Até então, seus pais se apresentavam como heróis imortais. A esse sentimento junta-se conteúdos inconscientes, como revivência de toda a sua história, até este momento. Mesmo difícil, é um processo fundamental para o seu crescimento pessoal. Isso não significa que de fato eles estejam em risco, ou que de alguma forma você deve ocupar-se de cuidar deles. Apenas retrata a concretude da humanidade dos pais que apareciam, em sua fantasia juvenil como acima do bem e do mal.

Não podemos simplificar esse turbilhão de emoções como depressão, mas a princípio como uma busca interna de inteireza e crescimento. Procurar um terapeuta, não representa que esteja doente, mas ao contrário, a coragem de uma jovem disposta a olhar os porões de sua constituição psíquica. Somente as pessoas sensíveis e fortes podem trilhar este caminho, seguindo ao encontro de sua singularidade no mundo. Confie no amor de sua família e fale de sua necessidade.

Esperamos que em nossas poucas palavras tenhamos ajudado a encorajar seu encontro com as partes mais nobres de sua psiquê. Não tenha medo, siga em frente, reconhecendo esta pessoa que está nascendo para a vida.

Abraços,

Equipe nunap

NUNAP disse...

Olá Luci,
Fantasias sexuais fazem parte deste fantástico e particular universo da sexualidade humana, muito estudado e ainda misterioso. Entre os casais, cremos que a regra básica neste campo é não impor nada um ao outro, conversando e discutindo sobre o assunto.
Pelo seu relato,parece que você está incomodada por achar que o seu marido é de uma determinada forma por ter um tipo específico de fantasia. Boa parte do que é fantasiado pode não ser transportado para o universo real. Quantas vezes não imaginamos coisas que jamais faríamos de verdade,não é mesmo ?
Por outro lado, se isto continuar a lhe incomodar, é adequado que você converse com ele sobre isto pois, aquilo que serviria para "apimentar" a relação dos dois passa a ser algo desconotável para uma das partes.
Abraço.
Equipe NUNAP

Michelle disse...

Bom Dia Equipe NUNAP,

Ai fiquei feliz por ter me respondido! Nossa foi essencial a ajuda da equipe. Me fez enxergar quem sou e que não tenho um problema tão grave assim. Só de não ser depressão fico mais aliviada!

Obrigada de coração Equipe

Anônimo disse...

meu filho tem sete anos,vai bem na escola mas em casa eu o acho estranho o fato dele se impressionar com tudo.por ex esses dias estava comentando sobre osofrimento na minha infancia e ele começou a chorar,nao se sentia em paz p dormir so ficava flando naquilo..no outro dia foi p a escola e contou p seus amigos e chorou la tambem.se impresiona ao ver televisao.tem medo de chuva e de ficar em casa sozinho mmoqdo estou na minha vizinha...as vezes qdo ele passa alguma situaçao de muito stress ele sente fortes dores de cabeça que ja foram diagnosticadas por um neuro com enchaqueca. gostaria de saber se ele tem algum tipo de disturbio e se devo procurar ajuda

NUNAP disse...

Caro Anônimo,

Você descreveu que o seu filho apresenta quadro de sofrimento emocional, o que por si só já justifica a busca de ajuda especializada para isto.
A psicoterapia pode auxiliar a criança a elaborar melhor fantasias e temores muito comuns nesta etapa. Creio ser adequado que se evita expor a criança a situações e temáticas que ela não consegue elaborar. Isto deve ser eito sempre de forma gradual, à medida que ela for lhe perguntando e respondido sempre de uma maneira simples.
Enxaquecas, choro imotivado, ansiedade de separação, são reações comuns do estresse infantil.
Abraço
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Olá,
Fiz terapia durante 2 anos e tudo terminou assim: minha psicóloga casada com meu irmão. Isso mesmo! A encontrei pela internet, após ter alguns sintomas de ansiedade. O consultório era no meu bairro e tudo ficou mais fácil. Iniciei as sessões e, depois de uns 3 meses, como eu estava gostando muito, minha irmã também ficou com vontade de fazer. Perguntei à psicóloga e ela disse que não haveria problema nenhum em atender minha irmã, até porque, ela julgava que eu não tinha "problemas" com minha irmã, portanto um tratamento não interferiria no da outra. Pois bem, os tratamentos seguiram em paralelo, às vezes eu notava alguma confusão, por parte da psicóloga (ela confundia coisas que eu falava com coisas que minha irmã falava) mas eu relevava. Depois de 2 anos de tratamento, meu irmão disse que gostaria de iniciar terapia, e mais uma vez fui pedir uma indicação para minha psicóloga, e ela disse que gostaria de conhecer melhor o meu irmão para que ela pudesse indicar o profissional ideal para o caso dele. Conclusão: ela passou a atendê-lo também. Como ele se expressava através de textos que ele mesmo escrevia, ela nos dizia que ele escrevia ali coisas que ela se identificava muito, era coisa de alma. Como resultado, ela se separou do marido (estavam juntos há 6 anos mais ou menos, pelo que ela nos contava) e, 2 meses depois assumiu o namoro com meu irmão de uma maneira muito dolorida pra gente. Meu irmão disse que tinha alguém para me apresentar, e marcou um jantar num restaurante. Quando cheguei lá, com meu marido, lá estavam os dois, sentados à mesa, de mãos dadas. Não tive reação. Conclusão, ela ficou grávida um mês depois disso tudo e resolveram se casar. Ela tem hoje 37 anos e meu irmão 30. Se casaram sem o aval e longe de toda a minha família! Diga-se de passagem que minha família sempre foi muito, muito unida. Depois disso tudo ela ainda queria continuar atendendo a mim e à minha irmã, mas é óbvio que não tinha a menor condição. Conclusão: ficamos sem finalizar a terapia e eles achando tudo a coisa mais natural do mundo. Hoje o bebê deles está com 3 meses e é nítido o desconforto quando a família "tenta" se reunir. O pior de tudo é que ela fica competindo o tempo todo a atenção do meu irmão com a nossa família. Minha família era extremamente unida, e o ocorrido veio para desunir nossa família. estamos tentando fazer com que o clima fique leve, mas ela não deixa. Quer dominar tudo o tempo todo, e mobiliza nossa angústia, e meu irmão já se pôs contra minha irmã e contra mim. Hoje, nossa família, que era exemplo de união, está desunida. Não sei mesmo o que fazer!
Obrigada.

NUNAP disse...

Cara anônima,



Seu relato nos fala de uma série de acontecimentos importantes, mas bastante complexos. Cabe-nos apenas olhar para o seu lugar nesta configuração e tentar auxiliá-la da melhor forma possível. Preferimos focar no desconforto que você e sua irmã estão sentindo neste momento, sem qualquer julgamento acerca do ocorrido. O fato real é que hoje seu irmão constituiu uma família nuclear com esta parceira, que se concretiza a partir do nascimento de seu sobrinho. Diante disso, torna-se fundamental que vocês, desta vez separadamente, possam viver o luto da relação anterior que estabeleciam com esta terapeuta.



Embora fique clara a dificuldade pessoal e de relacionamento, será necessário recomeçar um processo psicoterápico com uma nova pessoa. Podemos vivenciar e ressignificar os conteúdos não elaborados através da transferência simbólica, ou seja, com um novo vínculo resgatar afetos antigos. Isso é trabalhoso, mas fundamental e necessário, considerando a delicadeza do caso. Apenas indicamos que, desta vez, procurem pessoas diferentes, para que cada uma de vocês possa viver a sua história sem interferências. Somente assim, conseguirão dar novo sentido aos conteúdos inconscientes que envolvem esta experiência.



Quanto à união desta família, os laços sendo sólidos irão se reconstituir, talvez até de forma mais madura. Fique calma e siga o seu caminho, aprendendo com esta situação a importância da diferenciação. Em nossa insegurança humana, na maior parte das vezes, buscamos os lugares conhecidos como forma de apoio e aconchego, entretanto, isso facilita a simbiose. Crescemos quando cada indivíduo pode ser único e parte do todo, por isso, a necessidade de uma separação simbólica do núcleo familiar. Não significa a ruptura, mas apenas a possibilidade de crescer como sujeitos singulares. Podemos supor que esta crise também venha a ser revertida em um grande avanço deste grupo familiar e de cada um de seus membros.


Esperamos que busque um novo tratamento, na conquista de seu crescimento interno e do seu caminho.


Equipe nunap

Anônimo disse...

Cara equipe Nunap,
Muito obrigada. Além de ter me ajudado muito, meus pais também ficaram aliviados. Parabéns pelo profissionalismo de vocês, e pelo cuidado em responder minhas questões de uma maneira muito sensata e realmente preocupados com a continuidade do meu tratamento e de minha irmã. Este assunto é realmente delicado, apesar de minha cunhada e antiga terapeuta achar tudo "super natural, dentro da normalidade e muito ético", quando na verdade deveria se preocupar em encaminhar os nossos casos para um colega. Nada foi feito e ela própria queria continuar os atendimentos! Abrimos o mais intimo de nossas vidas a ela, para tudo acabar desta maneira. Senti uma enorme decepção com relação ao seu profissionalismo, e com relação à maneira que vem "conduzindo" o fato até os dias de hoje ( já se passou mais de 1 ano). Para falar a verdade, não conseguimos ainda procurar outro profissional, e nem sei se confiaria em outro... Fiquei chocada. Bom, mas o relato que contei a vocês é somente a ponta de um "iceberg"...vcs não imaginam a conduta e posicionamento desta "profissional" em trocas de e-mails e rede social (facebook). É uma lástima!
Obrigada novamente pela seriedade do trabalho de vocês e profissionalismo. Fiquei encantada!

Ihannah disse...

Meu namorado teve muitos problemas com a ex dele e diz que, por conta das mágoas, ele não consegue expor os sentimentos dele, ele é sempre muito frio e, como ele não tem tempo para ir a um psicólogo, gostaria de saber o que eu poderia fazer para ajudá-lo.

Obrigada,

Ihannah disse...

Ninguém vai me ajudar? :(

Fred@ disse...

Olá,

Eu realmente preciso de uma opinião profissional a respeito das técnicas de PNL.

O fato é que eu estou pensando em participar daquele treinamento chamado DL que o INEXH ministra pelo Brasil.

É recomendável participar desses tipos de treinamento?

Anônimo disse...

Olá. Gostaria de saber o seguinte:um primo meu começou a dizer para mãe dele que os pais dele vão morrer e que somente ele não vai morrer porque Deus não irá permitir a entrada dele no céu, e quando passa coisa ruim na televisão ele chama a mãe dele e diz para ela que o mundo vai acabar. Ele invocou com religião e fica chorando atoa, ele diz que tem uma paixão com ele e que quer chorar, ele fica respirando como se tivesse com ansiedade. MUITO OBRIGADO E FICO AGUARDANDO A MELHOR RESPOSTA.

NUNAP disse...

Oi Fred,
Não sabemos te dar esta informação pois nenhum de nós aqui trabalha com esta abordagem.
Abraço.
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Anônimo,
A melhor resposta é você levar o seu primo a um profissional da área da psiquiatria para verificar o que está acontecendo. Não é possível afirmar se são conteúdos delirantes ou se isto é adequado às crenças religiosas do indivíduo. Faça isto , ok ?
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro Anônimo,

Mudar o comportamento do outro é sempre uma tarefa inoportuna. Pelo seu relato, seu namorado lhe explica a “frieza” em função das mágoas do passado de uma outra relação. A quem está do outro lado cabe aceitar ou não este fato, e manifestar o seu descontentamento quando isto atrapalha a relação. A decisão sobre procurar ajuda ou modificar algo na vida dele é algo que cabe apenas a ele mesmo.
Equipe Nunap

Anônimo disse...

Sentir um carinho imenso por uma pessoa, admirá-la, gostar demais dela por ter sido uma pessoa compreensiva, mas depois de um tempo essa pessoa te magoa e vc sente que foi sua culpa, essa pessoa fez uma coisa que, mesmo que vc a perdoe, não é mais conveniente que vc chegue perto dela, mas o problema é que é uma pessoa tão contagiante que as que estão a sua volta falam dela com muito entusiasmo, e vc sente que já não tem esse direito, apesar de querer ficar na memória apenas aquela primeira imagem da pessoa, e não a parte em que ela te magoou e por isso não é conveniente que vc fale com ela, isso dói demais, é como negar o que aconteceu, fingir que ainda se está na realidade daquele passado, é melhor, tentar ser forte, mas se é vulnerável, qualquer coisa, um pensamento negativo sobre a pessoa, alguém que fala o seu nome, das suas qualidades, te dá um aperto, uma vontande de chorar. O pior é ter impressão de que vc deve sentir raiva dessa pessoa pelo que ela te vez, se isso não acontece é porque vc não está se valorizando ou então não lembrar dela nunca mais, eu me sinto assim, tento me concentrar em outras coisas, mesmo que não apareça, mas fica lá no fundo incomodando, o que eu faço?

NUNAP disse...

Caro anônimo,


Apesar dos poucos dados em seu relato, fica muito claro que você é uma pessoa extremamente sensível e afetuosa. Cuide, para que o seu coração não se feche para o mundo, e para a elaboração dos acontecimentos inerentes à convivência humana. Esta pessoa te magoou, mas como você mesmo nos fala, a sua participação no acontecimento está nítida. Essa é a etapa mais importante, ao saber que no ocorrido você não é vítima, mas parte integrante. Assim, poderá enfrentar as suas armadilhas internas, e, quem sabe, reconhecer alguns padrões de repetição em seu comportamento. Somente desta forma, será possível desprender-se de uma história que não existe mais. A relação anterior que tiveram se desfez, não pode ressurgir das cinzas, ninguém saber, sequer, se um dia renascerá em novo formato e convivência.



Para que seja possível seguir o seu caminho, transformar os seus sentimentos, é necessário que você viva o luto do que, um dia, foi este relacionamento. A tristeza também faz para dos sentimentos necessários em nosso processo de transformação interna. Dói, não é uma coisa fácil de ser vivida, mas é fundamental, para que o passado fique no lugar que ele precisa ocupar: o espaço da lembrança, na saudade, não no ressentimento. Parece-nos que você busca a raiva para exterminar o seu sentimento, como não consegue, frustra-se e, com isso, alimenta a importância do outro, abdicando de você. O que podemos lhe dizer é que olhar de frente, sem receios, para a sua real emoção, pode clarear o que hoje parece um lugar sombrio. O tempo será seu grande aliado, para mostrar que a mágoa de hoje, pode tornar-se uma recordação da experiência vivida.


Esperamos que nossa resposta tenha lhe proporcionado uma pequena reflexão sobre seu funcionamento psíquico. Desejamos que aprofunde seus conteúdos e possa seguir em frente,


Equipe nunap

Anônimo disse...

Equipe Nunap, obrigada pela resposta (Anônimo,26 de maio de 2012), gostei muito de ser chamada de sensível e afetuosa, eu tenho medo de ser reconhecida aqui, e é por isso que me identifiquei como Anônimo e não dei muitos detalhes, na verdade eu acho que preciso mesmo de um psicólogo, mas como ainda estou pensando em como chegar a ele, vim aqui para ter pelo menos uma primeira opinião, porque como está escrito no blog, é só para dúvidas, claro que redes sociais ajudam, mas não substituem um contato físico com a pessoa ou profissional, eu fui criada com valores rígidos da religião evangélica,(meu pai é pastor) e até antes de entrar na faculdade eu os aceitava com uma certa facilidade, mas lá você aprende a pensar, então a ciência acha a religião ignorante, e a religião acha que a ciência muitas vezes é instrumento do “diabo”, para enganar as pessoas,(meu pai não tem a cabeça fechada,mas em se tratando do que diz o livro sagrado, neste caso, a bíblia, vocês sabem como é, o que está escrito nela é inquestionável, uma verdade eterna) então vc entra em crise com as duas opiniões, e é por isso,(mas não só por isso) por ser dessa criação rígida, mas também por ser muito tímida, que eu dificilmente falo o que penso e o que sinto, pra amiga que eu mais confio, eu tenho dificuldade, falo com ela superficialmente, não dizendo tudo que eu quero dizer. Por isso, eu preciso de uma pessoa urgente para conversar, porque falo também que preciso ser forte por estar nessa fase da faculdade, estou no auge do curso, e vocês sabem que são exigidas muitas coisas, é muita pressão, e por isso, preciso esquecer dos problemas para cumprir tudo que me é exigido, e não quero parar com a faculdade porque já tranquei ano passado, e agora estou fazendo o mesmo ano, que eu tinha deixado praticamente uma semana antes das férias, por ficar dependurada em todas as disciplinas. Por isso, por eu não ter muita facilidade para falar (é que as pessoas normais fariam julgamentos que os psicólogos não podem fazer), que eu sinto que ela não compreende a profundidade dos meus sentimentos. Outra coisa: quando digo que sinto que tenho que sentir raiva da pessoa , é que eu faço faculdade não de psicologia, mas é também na área de ciências humanas, o curso de história, por isso aprendi a refletir sobre muitas coisas, e fico pensando que quando eu me casar, se eu tiver essa pessoa como uma doce lembrança, apesar de dolorosa, como eu tenho hoje, vou acabar deixando meu companheiro chateado por ter tanta consideração por uma pessoa que me fez tal coisa. Ainda uma última coisa sobre esta pessoa: ela fez parte do início da minha formação, e foi uma das pessoas (senão a principal), com a qual eu aprendi as coisas mais maravilhosas da profissão de historiador e professor, o que é difícil é que os outros alunos e alunas poderão ficar com esta lembrança, mas eu não. Desculpe se falei demais, mas é que depois de um texto falando sobre mim, o próximo eu me solto mas um pouco, sou capaz até mesmo de fazer um novo texto a cada resposta dada, mas não devo fazer isso aqui, não é mesmo?

Anônimo disse...

Equipe Nunap, obrigada pela resposta (Anônimo,26 de maio de 2012), gostei muito de ser chamada de sensível e afetuosa, eu tenho medo de ser reconhecida aqui, e é por isso que me identifiquei como Anônimo e não dei muitos detalhes, na verdade eu acho que preciso mesmo de um psicólogo, mas como ainda estou pensando em como chegar a ele, vim aqui para ter pelo menos uma primeira opinião, porque como está escrito no blog, é só para dúvidas, claro que redes sociais ajudam, mas não substituem um contato físico com a pessoa ou profissional, eu fui criada com valores rígidos da religião evangélica,(meu pai é pastor) e até antes de entrar na faculdade eu os aceitava com uma certa facilidade, mas lá você aprende a pensar, então a ciência acha a religião ignorante, e a religião acha que a ciência muitas vezes é instrumento do “diabo”, para enganar as pessoas,(meu pai não tem a cabeça fechada,mas em se tratando do que diz o livro sagrado, neste caso, a bíblia, vocês sabem como é, o que está escrito nela é inquestionável, uma verdade eterna) então vc entra em crise com as duas opiniões, e é por isso,(mas não só por isso) por ser dessa criação rígida, mas também por ser muito tímida, que eu dificilmente falo o que penso e o que sinto, pra amiga que eu mais confio, eu tenho dificuldade, falo com ela superficialmente, não dizendo tudo que eu quero dizer. Por isso, eu preciso de uma pessoa urgente para conversar, porque falo também que preciso ser forte por estar nessa fase da faculdade, estou no auge do curso, e vocês sabem que são exigidas muitas coisas, é muita pressão, e por isso, preciso esquecer dos problemas para cumprir tudo que me é exigido, e não quero parar com a faculdade porque já tranquei ano passado, e agora estou fazendo o mesmo ano, que eu tinha deixado praticamente uma semana antes das férias, por ficar dependurada em todas as disciplinas. Por isso, por eu não ter muita facilidade para falar (é que as pessoas normais fariam julgamentos que os psicólogos não podem fazer), que eu sinto que ela não compreende a profundidade dos meus sentimentos. Outra coisa: quando digo que sinto que tenho que sentir raiva da pessoa , é que eu faço faculdade não de psicologia, mas é também na área de ciências humanas, o curso de história, por isso aprendi a refletir sobre muitas coisas, e fico pensando que quando eu me casar, se eu tiver essa pessoa como uma doce lembrança, apesar de dolorosa, como eu tenho hoje, vou acabar deixando meu companheiro chateado por ter tanta consideração por uma pessoa que me fez tal coisa. Ainda uma última coisa sobre esta pessoa: ela fez parte do início da minha formação, e foi uma das pessoas (senão a principal), com a qual eu aprendi as coisas mais maravilhosas da profissão de historiador e professor, o que é difícil é que os outros alunos e alunas poderão ficar com esta lembrança, mas eu não. Desculpe se falei demais, mas é que depois de um texto falando sobre mim, o próximo eu me solto mas um pouco, sou capaz até mesmo de fazer um novo texto a cada resposta dada, mas não devo fazer isso aqui, não é mesmo?

NUNAP disse...

Cara anônima,

Ficamos felizes em saber que nossa resposta tenha sido um canal para sua expressão. Entretanto, diante do que nos relatou neste momento, e que ainda é a ponta de um iceberg, concordamos que você necessita de um processo psicoterapêutico. É importante aprofundar temas complexos que marcaram sua história de vida, tais como: a rigidez de sua criação, o conflito religioso, mesmo que racionalmente hoje você encontre respostas, a entrada no mundo profissional e principalmente, a passagem para cobranças e responsabilidades adultas. Quanto à sua necessidade de sentir raiva da pessoa que tanto lhe causou transtornos, podemos apenas ratificar que também é fundamental a elaboração, olhando de frente para todo a experiência vivida, pois trata-se de alguém que lhe inspira afeto e admiração.

Enfim, isso é o máximo que podemos lhe ajudar neste espaço. Reiteramos a sua necessidade e, principalmente, a possibilidade interna de, hoje, mergulhar em um vínculo profundo com um (a) psicoterapeuta. Somente nesta forma de relação será permitido aprofundar questões pessoais e inconscientes que, de fato, provocariam a clareza e mudança que necessita.

Temos certeza que estamos falando com uma pessoa sensível e preparada para enfrentar os seus fantasmas, conhecidos e também os que estão escondidos em porões de seu universo psíquico. Fechamos, com o desejo que siga em seu caminho, e permita que, de verdade, possa ser auxiliada.

Equipe Nunap

NUNAP disse...

Caro Anônimo,

que tal visitar alguns sites especializados em TOC, como os da associações de pessoas com o problema ?
Riostoc - www.riostoc.org.br/
Astoc - http://www.astoc.org.br/

Nestes locais, você encontra bom material que pode dividir com eles e assim, mostrar a sua preocupação. Creio que é o primeiro passo para ir a um profissional confirmar se você tem ou não TOC. Nada de se autodiagnosticar pelo Dr. Google, hein ?
Abraços.
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

é normal criar uma dependência pela psicologa , como saberei se ela não usa minha "dependencia" so pra ganhar meu dinheiro? sera que todo o trabalho que faço junto a ela tambem è motivo de orgulho... sera que lembra que existo??
obrigado

Anônimo disse...

é normal criar uma dependência pela psicologa , como saberei se ela não usa minha "dependencia" so pra ganhar meu dinheiro? sera que todo o trabalho que faço junto a ela tambem è motivo de orgulho... sera que lembra que existo??
obrigado

Anônimo disse...

Eu ainda posso fazer perguntas aqui ? O Marco Aurélio ainda responde ?
boa noite , abraços

NUNAP disse...

Caro anônimo,
Questões ligadas à dependência, à falta de confiança e outos tantas, podem ser reflexo de padrões de comportamentos, pensamentos e sentimentos ao logno de sua vida. Creio ser adequado você discutir isto com a psicóloga, abertamente. A relação terapêutica é o esqpeho de tantas outras na nossa vida. Pode servir com a referência para mudarmos nossa maneira de nos relacionarmos com os outros, com nós mesmos e o mundo, ok?
Abraços.
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Olá,
Pode fazer a pergunta que quiser. Como já escrito aqui, o espaço não é para servir como terapia e sim para esclarecer breves dúvidas e conscientizar as pessoas da importância da psicoterapia.
O Marco Aurélio escreve aqui, bem como outros psicólogos.
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro anônimo,

Esta pessoa que você descreve, diante dos poucos dados que nos fornece, a princípio, não apresenta sintomas específicos de doença mental. O psiquismo humano é algo extremamente complexo, capaz de criar e recriar mecanismos de defesa que ajudam a suportar os conflitos da vida. Você relata uma mulher que, no seu depoimento, vive a realidade cotidiana, mas constrói um mundo de fantasia onde mergulha e sobrevive paralelamente. Talvez o que esteja em questão é a dificuldade de unir os dois universos, a realidade externa e a interna. É necessário que construa uma ponte, para transitar em o seu mundo criativo, mas com capacidade de enfrentar os obstáculos da vida.

Como esse fato ocorre a muito tempo, desde a sua infância, é necessário um profundo e implicado processo psicoterápico. Neste espaço de reflexão será possível elaborar e reconstruir essa dinâmica deste funcionamento. O risco de permanecer neste padrão de comportamento será o progressivo distanciamento do mundo externo, levando a um possível isolamento. O grande prejuízo psíquico seria a impossibilidade de crescimento e contato, permanecendo em padrões que hoje não são mais necessários. Somente no mundo, com os relacionamentos afetivos e sociais, a pessoa pode ressignificar e se constituir como sujeito, apropriado da sua vida e de suas conquistas.
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Cara anônima,

Agora, com mais clareza sobre o seu drama da vida real, podemos compreender o quanto seus conflitos e angústias estão lhe perturbando. Você mencionou uma parte, com certeza pequena, de tudo o que viveu e ainda vive. Como você mesma tem consciência, o seu caso necessita de muito cuidado e atenção. No entanto, não porque esteja enlouquecendo, mas porque suas feridas são extremamente profundas. A medicação vem auxiliando, mas não é, e nunca será, a solução total para o seu caso. Os remédios ajudam a conviver com o seu cotidiano e enfrentar imediatamente sua depressão, mas é fundamental que exista um espaço para elaboração de tudo o que está relacionado com os seus sintomas emocionais e até mesmo físicos.

Mesmo que nos processos anteriores você não tenha conseguido se vincular o suficiente para aprofundar suas questões, vale tentar novamente. Esse é o único caminho possível para que se aposse de sua história, não como algo a ser escondido, e sim como a formação e constituição de quem você é verdadeiramente. É engano que em uma psicoterapia você tenha que estar disponível em todas as sessões, em alguns momentos você vai desejar não estar ali, isso faz parte do processo. Normalmente, é exatamente neste momento, em que não parece valer melhor ir embora, que as alcançamos partes importantes de nosso material inconsciente. Mexer nas feridas não é uma tarefa fácil, mas é necessário.

Podemos comparar a furúnculos, que mesmo inflamados colocamos um pequeno curativo para esconder de nós mesmos, mas continuarão latejando. Neste momento, diante da dor, existe a possibilidade de retirar a cobertura e purgar, enfrentando o sofrimento. Esse procedimento é doloroso e, em muitos casos, desconfortável de se presenciar, mas restará uma cicatriz. Durante o processo psicoterápico, aos poucos, sentiremos dor, mas ao mesmo tempo alívio. As feridas ficam evidentes, mas conscientes e nossos fantasmas iluminados, possíveis de convivência.

Quanto à sua pergunta em relação a uma corrente pscicoterapêutica, podemos afirmar que não existe uma indicada, mas o que importa será o vínculo de confiança que fizer com seu psicólogo. Nessa relação, os seus traumas poderão ser revividos e novas formas de lidar com a sua existência serão descobertas e construídas. Não esqueça que a força de vida está em você, por isso vem buscando uma saída. Isso fica claro em seu pedido de socorro. Confie em você e se aproprie do seu espaço de transformação, você não precisa de cura, mas de encontrar essa pessoa capaz de mudar o rumo das coisas e realizar no mundo externo o que já existe como sonho. Somente assim, poderá transformar a realidade que hoje lhe cerca, criando uma rede mais saudável para receber sua filha e a mãe que ela pode ter.

Esperamos que você encontre o caminho para dentro de si e consiga trazê-lo para sua vida no mundo que precisa conquistar.

Boa sorte em sua escolha,

Equipe nunap

Anônimo disse...

Olá, queria que você identificasse o que uma pessoa que tem esses sintomas
tem(que doença ou problema é isso) Ela: Se sente inferior com relação aos outros (tem espinhas e vergonha por isso), soh se relaciona bem com as pessoas com o tempo, no inicio parece ser estranho( pois perde o raciocinio facil e não flui normalmente a conversa),muitas vezes foi maltratado na escola (bullyng) e passou por situações vexatórias na escola, e muitos colegas ou amigos ja disseram pra ele que ele era estranho é viciada em masturbação e se sente com cabeça de 15 sendo que tem 19.
O que será isso?
Desde já agradeço
Bruno

NUNAP disse...

Olá Bruno,

Vivemos em uma sociedade que classifica e rotula os indivíduos. Uma sociedade na qual a individualidade vem sendo perdida em torca da massificação de padrões de comportamento e de sentimento. Aquilo que destoa da maioria é considerado patológico ou anormal quando poderia ser considerado algo particular e característico. Não estamos falando que não existam as doenças e que as categorias de classificação devam ser desconsideradas mas que deve existir muito cuidado pois agindo desta forma estaremos excluindo do nosso meio as diferenças e particularidades que tornam tão rica a experiência de SER humano.
Você comenta sobre o incômodo em relação ao outro e isto pode ser indicativo de várias coisas como exigência excessiva sobre si mesmo, senso rebaixado de qualificação pessoal e auto-imagem distorcida. Isto pode ser trabalhado em psicoterapia, ok ?
Abraços.
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Bom dia.

Eu sofro com ansiedade há anos e já estou perdendo as esperanças do problema se resolver.

Gostaria de saber se eu descobrir as causas disso e lidar com o problemas causadores de tudo, pode me fazer melhorar?

Eu já procurei psicólogos, já tentei remédio, exercício físico

NUNAP disse...

Caro anônimo,

A ansiedade é considerada a doença da modernidade. Vivemos em uma sociedade que nos exige velocidade, resultado e, fundamentalmente, que não podemos ser tristes. Os lutos, as perdas, não podem ser intensificados, isso significaria perda de tempo. Logo, ultrapassamos etapas fundamentais para nosso crescimento psíquico. Esses fatores, inevitavelmente, levam à desconexão, que nos faz desenvolver uma cobrança interna, por algo que nem sabemos o que é. Claro que esta ansiedade tem solução, mas não para que você se torne alguém mais "produtivo", e sim alguém capaz de viver suas emoções, descompassos e derrotas, inerentes a toda existência.

Muitas vezes, essa ansiedade é fruto da dificuldade de criar vínculos profundos, por serem, de maneira inconsciente, perigosos. A fantasia de que a entrega pode resultar em risco, para a psicanálise, é o resultado de registros infantis. Não sabemos exatamente qual o motivo de sua ansiedade, pois ela faz parte de uma séria de significados que marcaram sua história de vida. Compreendemos que, em crise, fica muito difícil elaborar, ou mesmo questionar a complexidade do que nela se esconde. Vale a pena aprofundar as questões envolvidas, considerando que ansiedade é apenas o sintoma de um sujeito sensível e disposto a se conhecer.

Somente dentro de um processo, longo, de psicoterapia, será possível você perceber a sua dinâmica psíquica, como você funciona. Não podemos avaliar se a medicação está indicada, mas ainda que necessite dela, entenda que é apenas uma passagem que auxiliará você a metabolizar melhor seus conteúdos. É fundamental que, com ou sem medicamento, comece a reconhecer a ansiedade como a inquietude de uma pessoa que busca mudança. Assim, você compreenderá que o mais importante não é a patologia, mas sim o que ela está tentando lhe mostrar na sua vida.

Esperamos que você siga em frente, olhando os seus sintomas como parte do todo que lhe compõe, e não apenas como algo que incomoda. A ansiedade que hoje é um impeditivo, talvez, lá na frente, lhe apresente respostas de uma nova forma de estar no mundo. Tente novos tratamentos, principalmente psicoterápicos, para que possa aprofundar seus conteúdos mais obscuros. Não esqueça que, o mais importante será escolher um profissional que você confie e crie um vínculo verdadeiro, assim permitirá a entrega necessária para alcançar os seus verdadeiros sentimentos.

Equipe nunap

Anônimo disse...

Meu filho tem 7 anos ajete fala com eli eli respode as vez apanha mais não muda eli não fica qeto ta muito agresivo respondendo a profesora fala qe qer morre que vai mora na rua nois não sabe mais o que fazer eli vai para a igreja cinhese a palavra mais não ta rezovendo eli e muito iqieto

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
É difícil te dizer algo sobre o comprotamento do seu filho com o que você escreveu. Procure a orientação da escola ou leve-o a um psicólogo para uma avaliação, ok ?

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Anônimo disse...

Olá!

Bom depois que comecei a namorar a 8 anos atrás (hj ele é meu marido) Tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, sempre fico com ciúmes quando ele se aproxima de uma mulher, quando ele da atenção para qualquer pessoa, e por esse motivo nunca faço amizades, quando estamos em grupo me excluo e diversas vezes fico mal humorada, com cara feia. Reclamações tenho direto dele, mais infelizmente ou não sei por que não consigo mudar, além disso tenho pouco dialeto , falo muito pouco o que sinto e tenho impressão que não consigo acompanhar algumas conversas, bom varias vezes quando converso com alguém ou ate com meu marido não sei o que falar ou não aparece nada na cabeça para responder, fico decepcionada comigo mesmo.
Me sinto muito dependente dele, queria muito ser mais independente.
Gostaria muito de uma resposta se devo procurar ajuda, ou que devo fazer? gostaria muito de mudar!

Agradeço desde já!

Betty disse...

Boa tarde! Faço psicoterapia individual há alguns meses e acredito que a abordagem seja cognitivo comportamental. Conheço meu psicólogo há alguns anos porque já tratou algumas pessoas da minha família. Meu namorado quer fazer também (individual) e indiquei o meu.
Meu psicólogo diz que não tem problema algum, mas acabei ficando insegura quanto a isso.
Ao mesmo tempo que acho interessante que ele faça a terapia, fico insegura.
O que vocês acham? Será que teria problema ele fazer terapia com o mesmo psicólogo?

Agradeço a atenção,

Abs.

Niama Moraes disse...

Bom dia!
Meu nome é Sónia, 30 anos.
Gostaria que me pudessem tirar uma duvida. se o caso é psicológico ou psiquiátrico.
O que se passa é que eu há cerca de 6 meses ando a desenvolver uma sintomatologia no cérebro que virou mania. não consigo descentrar a minha atenção do cérebro.Estou sempre tensa, é como se estivesse sempre obessecada em sentir as palpitações dentro dela e fico tensa e ansiosa com isso.é repetitivo e causa me transtorno.ando a tomar para dormir quetiapina 200mg, sera por isso?Sinto minha memoria a curto prazo também a diminuir, devido a calmantes que uso.Estou muito preocupada pois não sei que nome tem esta doença e não encontro ninguém na internet que tenha os mesmos sintomas.Será que é possível esclarecer me.Sinto ansiosa se for para ter um trabalho pois não consigo relaxar e concentrar me no que estou a fazer sem estar concentrada na cabeça.o que faço? Me ajudem?Estarei a ficar louca?

NUNAP disse...

Sônia,
você descreve pensamentos recorrentes sobre um determinado tema, que acabam direcionando a sua atenção. Não dá para falar nada apenas com esta descrição mas é comum que pessoas com pensamentos obsessivos que acham que perderam a razão. Na verdade, o incômodo que você relata mostra o quanto a sua razão está presente.Procure um psiquiatra para avaliação.

NUNAP disse...

Betty,
Acreditamos que o seu sentimento de insegurança quanto ao que está acontecendo já lhe traz a resposta. Atender a mais de uma pessoa da família levanta fantasias que acabam por tornar a relação terapêutica fragilizada.
Equipe NUNAP

NUNAP disse...


Olá anônima,



De fato, algumas correntes psicoterapêuticas podem manter essa conduta e tratam pessoas próximas, ou da mesma família. Entretanto, mesmo que isso seja considerado natural, é necessário que todos os envolvidos fiquem bem dentro desta condição. Isso significa que, você não pode sentir ameaça em seu vínculo terapêutico. Durante o processo psicoterápico, muitas fantasias, transferências e projeções são ativadas, a entrada de pessoas que fazem parte do seu mundo pessoal pode ser um impedimento para a expressão e aprofundamento de seus conteúdos internos. Converse bastante com seu psicólogo sobre seus incômodos e incertezas, considere os seus sentimentos antes de permitir esta abertura.



Mesmo que você inicialmente tenha oferecido este espaço para o seu namorado tratar-se, talvez seja mais saudável para vocês, individualmente e para a relação, que ele tenha um profissional disponível apenas para acompanhá-lo. Olhe intensamente para a sua história, com o direito de sentir-se cuidada da forma que necessitar.



Temos certeza, que ao olhar calmamente para sua emoção e sentimento, encontrará a resposta do que será melhor. Não duvide de que, em algum lugar, você sabe que caminho seguir.



Equipe nunap

Anônimo disse...

Tenho uma duvida sobre qual a melhor maneira de lidar qndo a pessoa apos nao superar o termino do namoro passa a te perseguir e xingar. Qual a melhor maneira de fazer uma garota que sismou com vc desistir? Devo ignorar?

E seria uma boa ideia deletar minhas contas e perfis na internet para q a ex nao tenha acesso a mim? (bloquear nao funciona, pois ela faz outras contas ja fez cerca de 12!)

Obrigado,

Anônimo disse...

A gagueira tem ligação psicológica?

Daniel ZvS disse...

Ola, Estou saindo com uma garota, que na hora do sexo me pede para machuca-la... ela diz que ela é uma má garota e que precisa sofrer, falou que isso a deixa excitadíssima...
Eu n tenho vontade de machucá-la.. Quero uma ajuda nesse caso..

NUNAP disse...

Caro anônimo,

A gagueira é considerada um distúrbio que pode ter origem em fatores psíquicos, orgânicos e sociais. Em relação aos aspectos psíquicos, a gagueira nos fala de um sujeito com dificuldade de expressão diante do "outro". Podemos observar que, normalmente, apresenta-se quando é necessário o posicionamento de idéias, ou mesmo a simples presença diante de uma figura impositiva. Corporalmente, podemos supor que esta pessoa teve um alto nível de repressão de seus sentimentos, o que favoreceu a contração de sua voz para o mundo. A criança, ainda em idade tenra, comunica-se de forma espontânea, seu choro deve ser aceito pelo meio e interpretado em suas necessidades e cuidados. Conforme o seu crescimento, sua forma e postura de comunicação muda, mas precisa ser respeitada em sua tendência natural, legitimando seus sentimentos. Quando isso não acontece genuinamente, por questões internas, educativas ou mesmo traumas externos, o sujeito incorpora um nível de insegurança, que o leva a temer o mundo e a exposição.

Esses comportamentos repetidos são incorporados e tornam-se padrões de personalidade, ao mesmo tempo, intensificam corporalmente essa representação. Isso significa que o tratamento, pode e deve ser acompanhado por um processo psicológico, mas, é importante que esteja associado à fonoaudiologia. Através dos trabalhos fonoaudiológicos a musculatura responde mais rapidamente, auxiliando na flexibilização dos conteúdos internos e a mudança de postura diante da vida.

Respondendo à sua pergunta, a gagueira apresenta características profundas do psiquismo humano, mas nos fala de um sujeito que, em seu corpo, instaurou padrões musculares rígidos, que necessitam de ajuda para conscientização de seus medos e enfrentamento, aproximando-se de sua espontaneidade.

Obrigada,

Equipe nunap

NUNAP disse...

Caro anônimo,

As fantasias sexuais fazem parte da natureza humana, e guardam em seu conteúdo a formação do sujeito em seu desenvolvimento sexual e pessoal. Permitir a expansão, durante e dentro da relação, pode ser muito saudável para o casal, desde que seja aproveitado pelos dois. Muitas vezes as fantasias servem apenas como representação simbólica de imagens psíquicas. Torná-las realidade passa a ser um caminho extremamente delicado. Não podemos afirmar que ocaso de sua parceira seja patológico, mas certamente fala de sua constituição psíquica que está mobilizando em você o medo.

O melhor caminho, para os casos em que não existe um prazer mútuo em compartilhar as mesmas fantasias sexuais, seja de que nível for o desencontro, é o diálogo. Falando claramente sobre o assunto, vocês podem descobrir um ponto, um espaço entre vocês, que permita aos dois, maior prazer e interação. Todo relacionamento apresenta duas pessoas, com suas histórias e singularidades. Portanto, não podemos partir do pressuposto que o diferente é patológico, mas apenas alguém que não é igual à sua própria imagem. Na convivência, através do afeto, aumentamos a intimidade, o que permite a entrega. Este movimento, de aproximação e respeito pelo outro, transforma o que parecia uma pessoa desconhecida, em um verdadeiro companheiro.

Esperamos que o diálogo e a afeto aumentem, e o tempo traga uma relação a ser construída,

Equipe nunap

Anônimo disse...

Boa noite. Gostaria de saber se, pelo que vocês mais observam, as pessoas que sofrem abuso infantil vão necessariamente apresentar algumas consequências psicológicas na vida adulta, ou se algumas conseguem sair "ilesas" disso.

E se uma pessoa é extremamente tímida, com muita vergonha do corpo, travada, com quadros frequentes de depressão severa, que sofreu abuso na infância... a possibilidade de que ela seja assim por conta do abuso é alta? Ou podem ser outras coisas que não essa?

Muito obrigada

Anônimo disse...

rMinha parceira não gosta de ter sexo com penetração, nem que eu a faça oral, tem muita vergonha do corpo, no entanto curte muito uma pegação em que os nossos genitais se esfreguem com intensidade... Acredito que ela passou por algum tipo de trauma sexual na infância ou na adolescência, ela tem uma péssima relação com a família, tem ódio da maioria dos parentes e saiu de casa aos 18 anos pra morar num ap, mesmo sem conhecer os que moravam lá; ela falou que um tio quando pequena tentou abusar dela, ela não deixa claro se ele conseguiu... so disse que na hora não acreditava que ele fosse fazer aquilo..
Podem me aconselhar

Elisa disse...

Olá!
Tenho uma amiga que acabou se tornando muito apegada a mim (não tem outras amigas) e começou a ficar dependente, mandando vários e-mails por dia, ligando no celular várias vezes (msm eu não atendendo), ligando em casa em diversos horários, e isso passou a me deixar um pouco assustada. Portanto passei a diminuir a relação, me afastando aos poucos. No entanto, mesmo eu estando me afastando há alguns meses, ela continua tentando de todas as formas entrar em contato quase que diariamente. Tenta descobrir se tenho outros telefones, outros e-mails... Ela geralmente quer que a ajude a decidir tudo em sua vida, desde o melhor sabonete para tomar banho a decisões sobre permanecer ou sair de seu emprego.
Não sei o que faço, não quero magoá-la de forma alguma pq é uma boa pessoa, mas tb não quero conviver com essa situação pro resto da vida.
O que vcs sugeririam?

Anônimo disse...

Olá! Tenho 16 anos, já morei em várias cidades diferentes em curtos períodos, em Janeiro já mudarei dessa cidade, a qual moro há 2 anos. Enfim, há 1 ano fui suspeita de Transtorno Bipolar pela psicóloga da minha série no Colégio, mas nunca comentei com meus pais sobre isso,e pedi para que ela apenas me ajudasse sem nada falar p/ eles.
Devido a vários acontecimentos no ano e as brincadeiras repentinas minhas notas não andavam boas. Ao chegar perto do período de recuperação , fui chamada a atenção pela psicóloga por conta das notas. A partir dai, andei bastante preocupada, triste e calada, muito mesmo, mas eu não fazia nada pra mudar aquela situação, de uma vez que já estava na lista de recuperandos. Com o passar dos dias, em uma das vezes que fui chamada para uma conversa de 'orientação psicopedagógica', a psicóloga disse que ela não podia continuar escondendo dos meus pais, pois estaria me ajudando de forma errada e isso até já estava prejudicando meus estudos. Ao serem avisados por ela, meus pais nada fizeram, nem sequer me chamaram pra exclarecer.
No finalzinho do ano letivo, tive uma forte crise depressiva em sala de aula, comecei chorar DESESPERADAMENTE sem fôlego, enxergava tudo embaçado e não me mantia em pé, minha cabeça pesava e tinha sensação de flutuar e ser irreal, até que meu coordenador fosse localizado eu acabei desmaiando, o que levou a psicóloga ligar diretamente p/ um colega psiquiatra, avisando à minha mãe apenas que já tinha marcado consulta e o valor cobrado.
Após a reprovação, fui oficialmente diagnosticada com Depressão pelo médico, e passei a tomar Prozac há 9 meses. Desde então, nunca mais minha mãe me levou p/ o acompanhamento, além de ter me tirado do colégio. Já tive várias recaídas, mas continuei com a medicação, até há uns dias atrás que eu disse pra minha mãe que não tomaria mais nada e a mesma concordou. Há 12 dias eu me sinto cansada, sem vontade até de falar, triste e choro com pesar todas as noites. Quando saio com os amigos até parece que nada me aconteceu de ruim na vida, eu até conto piadas, mas ao chegar em casa tudo volta outra vez inclusive os pensamentos de morte.
Gostaria de ser orientada! O que devo fazer? e Transtorno Bipolar pode virar Depressão? Como saber?
Obrigada desde já.

NUNAP disse...

Cara anônima,

Conseguimos perceber sua extrema angústia e sofrimento. Entretanto, o ponto positivo de todo seu relato, está no desejo de compreender melhor o que acontece em seu mundo interior e, a forte vontade de mudar o rumo dos acontecimentos. Vamos começar pelo diagnóstico: não podemos afirmar que o seu caso seja mesmo de transtorno bipolar ou uma forte depressão, somente com um bom acompanhamento profissional seria capaz de lhe indicar o caminho. Isso, com certeza, não significa que os sintomas que nos descreve sejam dispensados de sérios cuidados. O transtorno bipolar e a depressão necessitam de acompanhamento psiquiátrico e psicológico, em sessões e tratamento, em longo prazo. Não é indicado que continue tomando a medicação sem esses acompanhamentos contínuos. Muito menos, que pare repentinamente com o tratamento sem que um profissional possa reavaliar, e talvez seguir outro rumo, uma vez que não vem apresentando resultados.

Você nos parece uma jovem, em plena adolescência, passando para uma etapa especial em sua vida, o mundo adulto. Esse é um período muito rico, mas ao mesmo tempo, muito conturbado e carente de acompanhamento familiar e social. São diversas escolhas que a princípio, determinarão caminhos profissionais e pessoais. Converse seriamente com os seus pais sobre seu sofrimento, e peça claramente que aceitem o seu tratamento, seja qual for o diagnóstico clínico. O mais importante é que escolha um bom psicoterapeuta, que provavelmente indicará um psiquiatra que trabalhe paralelamente. Somente enfrentando este problema, poderá transformar o que hoje lhe faz sofrer, em amadurecimento futuro. Mesmo que inicialmente possa parecer difícil a comunicação com seus pais, tente, busque ajuda, somente você sabe o que se passa em seu universo interno.

Esperamos que você consiga, primordialmente, uma forma de ser ouvida de forma direta e precisa, pelas pessoas que podem lhe ajudar. A família ainda é o ponto de partida para sua possível mudança e enfrentamento. Procure indicação de psicólogos em sua cidade, e aprofunde o que atualmente se apresenta através de configurações obscuras. Clarificando a escuridão, talvez encontre uma jovem rica em conteúdo e apropriada de seu desejo.

Um grande abraço,

Equipe nunap

NUNAP disse...

Elisa,

Em uma relação, mesmo que não percebamos imediatamente, sempre há uma troca de papéis. Se há alguém dependente, existe outro alguém que aparece como salvador.É difícil estabelecermos relações que não envolvam jogos psicológicos, relações nas quais as pessoas possam se envolver com intimidade genuína, sem deixar de lado o seu espaço pessoal. Creio que você já observou o incômodo que esta situação lhe traz. O ideal é que você, ao invés de simplesmente evitar sua amiga, fale para ela com delicadeza de como você se sente sobre esta situação. O medo de magoá-la parece estar fazendo com que você evite este debate mas , provavelmente, deve estar magoando-a da mesmo forma, já que ela lhe procura sem resposta. Antes de conversar com ela, verifique o que você pode estar fazendo que talvez alimente esta relação de dependência que ela nutre por você.
Atenciosamente,

Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro anônimo,

A simples presença do abuso sexual na infância, já é por si só motivo para a busca de apoio psicológico para a sua parceira. Indivíduos que sofrem abuso sexual na infância, costuma apresentar diversas dificuldades na vida adulta que vão , desde a dificuldade nas relações afetivas até ansiedade social e, principalmente, um senso rebaixado de auto-estima. É comum o indivíduo sentir a opressão passada como presente em sua vida, utilizando-se de estratégias que acabam dificultando o envolvimento afetivo completo.
Converse com ela e busquem ajuda terapêutica, ok ?
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Minha amiga tem 14 anos e quando criança sofreu bullying por sempre ter sido timida e não possuir amigos. Hoje em dia ela tem varios amigos (as) , mas a mais ou menos dois meses ela passou a encarar qualquer brincadeira como se fosse uma ofensa , respondendo como se fosse brigar, chora muito, não se aceita (nao se acha bonita, mesmo sendo muito bonita) . Há exatamente dois meses , um menino do qual ela gostava falou por meio de um amigo em comum muitas coisas ( que ela era muito feia, escrota, borsa, etc. ) mesmo ela dizendo que nao , o que o menino disse afetou muito ela.

E o bullying que ela sofreu só serve para agravar as coisas.

Ela precisa de terapia ou tratamento psicologico?

Anônimo disse...

Esqueci de um detalhe:

Ela também faz tudo pensando no que os outros val achar, ela nao tem nem um pouco de autocnofiança

E se sente muito mal quando criticada.

Obrigada

Anônimo disse...

Olá... Eu queria muito saber como eu tenho que agir depois da seguinte situação:
Depois que eu 'fiquei' com um menino, eu fiquei sabendo que ele tinha 'ficado' com a minha amiga. Depois de uma conversa que eu tive com ele, ele me disse que não tinha gostado nem um pouco da "ficada" que ele teve com ela. Mas eu queria saber se isso pode ser verdade da parte dele. Por favor, ME AJUDEM!!!

NUNAP disse...

Caro Anônimo do dia 4/11,

Muitas vezes, determinados afetos em nossa vida ficam em uma espécie de latência, escondidos em cantos escuros e nebulosos. A idéia e o acontecimento não são necessariamente inconscientes mas o afeto sim. Uma situação atual, pode deflagrar e trazer para o presente toda a carga de afeto que estava reprimida e que agora aparece deslocada para uma nova situação. A terapia pode ser procurada por diversos motivos, não só para auxiliar as pessoas quando existe algo que excede a capacidade de gerenciamento da mesma, pela busca do conhecimento e também pela oportunidade de formar vínculos afetivos que acabam refletindo na maneira pela qual nos relacionamos com os outros e o mundo.
Equipe NUNAP

Marco disse...

Caríssima Anônima,

Como saber o que se passa na mente de uma outra pessoa? Não seria muita pretensão de nossa parte em querer dar conta dos nossos sentimentos e também dos sentimentos de terceiros? Ao invés de entender o que ele pensa talvez você possa pensar em como você se sente. Ao invés de querermos mudar o outro, devemos pensar em como e porque nos sentimos afetados por determinadas situações e pessoas.
Atencisamente,
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Gostaria de saber pq meu psicólogo sumiu e não deu mais notícias, passei duas vezes com ele, senti uma forte atração por ele, mas jamais demonstrei, ele também foi muito ético e profissional comigo, mas não me retornou mais pra remarcar, não sei o que pensar

NUNAP disse...

Caro Anônimo,

É impossível responder esta sua pergunta aqui pois poderíamos entrar em um terreno perigoso, de julgamento do seu antigo psicólogo, ok? O que podemos lhe dizer é que as chamadas relações transferenciais que ocorrem em um processo de psicoterapia são naturais e que cada abordagem tem uma forma diferente para lidar com esta questão.
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Mas o que vcs poderiam me orientar como uma possível explicação, não tenho a quem recorrer e estou me sentindo péssima, como pode um profissional abandonar seu paciente, sem nem uma explicação, estou me sentindo mal, um lixo

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
Partindo do que você relata, não existe a possibilidade de contato e esta será uma perda que você deve elaborar com outro profissional de psicoterapia.

Anônimo disse...

Obrigada por responder, pois é terei que trabalhar isto, que ironia, vou ao psicólogo pra me sentir melhor e acabo saindo pior, por hoje é só, autoestima lá embaixo.

Anônimo disse...

olá, gostaria de saber mais sobre violencia psicologica/assedio moral entre irmãos e quais são os principais sintomas de quem comete e de quem é vitima desse tipo de violencia. obrigada.

Ricardo Oliveira disse...

Olá. Tempos atrás tive um surto psicótico e fui diagnosticado com esquizofrenia paranóide. Hoje faço tratamento psiquiátrico e a doença está controlada. Contudo(isso antes mesmo do surto) sempre fui uma pessoa com temperamento apático, sem iniciativa, com uma vontade baixa e um medo social muito grande. Esse temperamento ao longo da minha vida fez com que eu não conseguisse conquistar muitas coisas, principalmente devido a falta de motivação, falta de paixão pelas coisas e por dificilmente terminar o que começava. Gostaria de saber se essa personalidade me predispôs a esquizofrenia e se é possível através de psicoterapia melhorar minha condição pois já estou enfastiado desse meu modo apático de ser. Em caso positivo, qual linha da psicologia seria mais adequada para o meu caso? Sofro desde minha adolescencia com esse temperamento e só agora aos 35 anos decidi procurar ajuda de fato. Desde já, grato pela atenção.

NUNAP disse...

Olá Ricardo,

Os estudos controlados realizados apontam a terapia cognitivo-comportamental como bastante promissora para o tratamento da condição que você descreve. Procure conversar com o psiquiatra que lhe atende e discuta esta possibilidade com ele.
Abraços.
Equipe NUNAP

Daniel ZvS disse...

Me apego muito fácil a pessoas que parecem sensiveis, que sinto parecerem comigo. protege-las e tentar ser perfeito pra elas é o que acaba acontecendo.. Gostaria de um concelho pra eu não sofrer mais tanto..
obrgado

NUNAP disse...

Olá Daniel,
Muitas vezes, ao buscarmos ser agradáveis e gentis o tempo todo, acabamos nos descaracterizando e deixando de lado a nossa identidade. Podemos perguntar o que nos leva tanto a querer ser agradável pois a necessidade de ajudar pode ser nossa e não daquele que recebe. Alguns indivíduos só se sentem valorizados quando "ajudam" mas isto pode estar por trás de uma necessidade "egoísta" de querer se valorizar através disto.
Abraços
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

ola, gostaria de saber oque é transtorno de personalidade boderline,e se é necessario a internação de quem tem...

Anônimo disse...

Caro Anônimo,
Os indivíduos com transtorno de personalidade borderline apresentam extrema instabilidade emocional, colocando-se com frequência em situação de risco e sendo guiados pela impulsividade no afeto, humor e mesmo no juízo crítico, na opinião sobre si próprio, o ambiente e os outros.
O tratamento é feito através de psicoterapia e, algumas vezes, há indicação de procura ao psiquiatra quando há grande prejuízo causado por esta instabilidade.
A internação pode acontecer quando a impulsividade coloca o paciente em risco, como no caso daqueles que tem ideação suicida ou apresentam problemas com álcool ou drogas.
Abraços,
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

gostaria de saber o que significa uma pessoa ficar falando sozinha, como se estivesse conversando com outra pessoa! como se ela estivesse bem alí respodendo a todas as suas perguntas. isso pode ser indicio de algum transtorno?

NUNAP disse...

Caro anônimo,

A linha que divide a normalidade do transtorno psíquico é muito tênue. Devemos sempre considerar a complexidade humana, em suas diversas nuances. Somos seres da imaginação, possuímos um universo interno sofisticado e, em decorrência disso, muitas vezes excêntrico. Falar sozinho, pode apenas significar o contato e diálogo com este mundo, que acessamos de diferentes formas, a todo o momento de nossas vidas.

Este fato torna-se preocupante, apenas, quando a pessoa se isola do convívio externo e das trocas reais com outras pessoas. Devermos deter maior atenção, quando o sujeito produz um mundo paralelo, convivendo com personagens de sua criação interna como se fossem reais. Em casos extremos segue simultaneamente, rompido entre o real e suas ilusões, muitas vezes persecutórias.

Entretanto, estamos falando em casos graves de distúrbios psíquicos. Falar e conviver com o mundo interno, ainda que dialogando diretamente com ele, a princípio não traduz nada de anormal. De qualquer forma, podemos supor que seja uma pessoa sensível, em busca de maior clareza sobre os seus sentimentos e emoções. Talvez fosse interessante procurar um ambiente psicoterápico, um local e vínculo para expandir o que hoje parece sombrio. Permitir que, através da fala e da relação terapêutica tome maior consciência de sua dinâmica e funcionamento psíquico.

Esperamos ter esclarecido parte de suas dúvidas e que, permita seguir em busca de seu caminho de autoconhecimento interno e externo.

Equipe nunap

Anônimo disse...

Tenho uma filha de 07 anos, após a mudança da madrinha para outro estado, ela começou a ser queixar de dor na barriga, já foi feito vários exames e não foi diagnosticado nada. Isso pode ser emocional? Como devo proceder? Me ajude, por favor.

Anônimo disse...

Boa noite,
gostaria de saber se já houve algum relato de pessoas que, variavelmente, não rotineiramente, entram em um estado de "transe", sei lá se posso dizer assim, que passam a ter aquela sensação de estar alheia ao ambiente, distante... Até aí eu acho normal, pois já vi muita gente dizer sentir isso, mas quando ocorre comigo, eu começo a escutar tudo o que as pessoas dizem NORMALMENTE, como estivessem bravas e gritando, furiosas, mesmo. Até se eu ouvir uma música, parece que o cantor está bravíssimo, gritando, brigando... Isso acontecia muito comigo quando era criança, e hoje em dia acontece umas 4 vezes por ano, mais ou menos, sem que eu consiga identificar uma causa, como stress, cansaço, uso de remédios, etc.. Isso vem DO NADA, da última vez eu estava no trabalho, tranquilíssima, e de repente entrei nesse estado por uns 40 minutos, ouvindo todos gritarem, bravos, mas eu sabia que não estavam gritando ou muito menos furiosos. Um simples bom dia me soava como um agressivo 'BOOOM DIAAAAAAAAAAAAAAA!!!!'. E eu tenho plena na consciência, naquele momento, de que a pessoa não está falando daquele jeito, mas eu a OUÇO assim, e começo a entrar em pânico, como se minha pressão caísse, passo mal, mesmo. E aí a coisa passa e volto totalmente ao normal. O que pode ser?
Obrigada desde já.

Anônimo disse...

Olá! A família da parte do meu pai (o meu pai incluído) tem muitos casos de esquizofrenia. O meu pai tem, o pai do meu pai teve,o meu tio e a prima do meu pai têm, etc. Os meus pais separaram-se quando eu tinha 2 anos, e até aos 11 anos passava férias e fins-de-semana com o meu pai. Depois o meu pai cortou relações comigo até eu ter 16 anos, altura em que voltámos a ver-nos. Sei que pessoas com um ou dois pais com esquizofrenia têm mais probabilidades de vir a ter também. Nunca me preocupei com isso, porque embora ele seja meu pai nunca tive uma convivência diária com ele como tive com a minha mãe com quem cresci. Sempre fui uma pessoa com facilidade para ficar deprimida, mas nunca achei que fosse razão para preocupação porque tenho uma vida boa, pessoas que gostam de mim etc. E nunca achei que tivesse mesmo uma depressão só achava que às vezes ficava muito triste. Agora tenho 22 anos e sinto que não tenho controlo em nenhuma área da minha vida. E recentemente comecei a pensar consultar um psicólogo só para perceber se tinha que me preocupar ou não, e quando comecei a procurar na internet consultórios de psicologia na zona da minha casa dei por mim a pesquisar sobre a esquizofrenia e quando li uma página acerca dos 'primeiros sintomas' dos esquizofrénicos fiquei muito assustada. Nunca tive alucinações nem visuais nem auditivas, mas eu sei que a esquizofrenia pode levar anos a desenvolver e a tornar-se grave e por isso mesmo agora estou com medo que os sintomas que apresento sejam o início desta doença. Os sintomas que li e que se adequam a mim são os seguintes:
-Isolamento social
-Perda de memória, por exemplo esquecer-se onde as coisas foram colocadas
-Alterações do pensamento: argumentos incoerentes, ilógicos ou abstractos (o que me acontece é esquecer-me muuuitas vezes daquilo que estou a falar com alguém. Consigo estar a falar de um assunto que me excita imenso, e começo a contar e a meio paro e esqueçome COMPLETAMENTE do que estava a falar.desde há 1/2 anos comecei também a sentir 'pouco controlo nos meus pensamentos' estou a fazer um raciocínio e de repente não sei que raciocínio estava a fazer ou sequer que estava a fazer um raciocínio e só com esforço me lembro)
-Dificuldade em manter a atenção: distrair-se com facilidade
-Depressão (não sei se posso dizer que estou com uma depressão mas sinto-me triste, insegura, sem graça, regularmente)
-Falta de energia (não vou à faculdade, não saio com os meus amigos, não me apetece sair sequer de casa para ir ao supermercado)
-Perturbações do sono: muitas vezes acordado/a à noite e a dormir durante o dia (este é definitivamente um sintoma. raramente adormeço antes das 6 da manhã)
-Perda de apetite, ou pelo contrário apetite voraz (tenho tanto um como outro não sei se isso conta: tanto tenho muita fome/gula, como passo dias a comer muito pouco sem vontade de comer nada)
-Deterioração da higiene pessoal (este também é definitivamente um dos meus sintomas. Não me apetece tomar banho, tenho que me obrigar a ir e já fiquei quase duas semanas sem tomar banho)
-Problemas de integração (sempre fui uma pessoa normal a nível social nem introvertida nem super extrovertida e neste momento não tenho uma única pessoa com quem me dê na minha turma na faculdade. Ou porque não me sinto bem integrada ou porque não consigo achar piada a ninguém)
Quero esclarecer também que até agora pelo menos não tenho 'manias de perseguição'. Pelo menos nada que eu tenha notado ou que os meus colegas tenham notado.
Isto está a afectar-me a nível pessoal e profissional.
Sei que vou ter que consultar um psicólogo durante algum tempo para me poderem dizer com certeza aquilo que tenho e a minha intenção é marcar a primeira consulta para a semana. Mas queria só que me dessem a vossa opinião sem medos por favor. Obrigada, Raquel.

NUNAP disse...

Olá Anônimo,
Estas questões de denúncias contra psicólogos devem ser encaminhadas diretamente ao Conselho Regional de Psicologia.
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
O estresse infantil é um tema que ainda não ganhou o devido interesse dos pesquisadores e da população em geral. Crianças também se estressam, ficam ansiosas e precisam se adaptar às mudanças na vida. Dentre os principais sintomas de estresse, além de dores de cabeça, irritabilidade, enjôos, queda no rendimento escolar, estão as dores abdominais.
Como você já levou a criança ao médico e nada foi encontrado,procure um psicoterapeuta infantil, ok ?
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
Antes de você pensar em algum tipo de explicação psicológica quanto ao seu "estado de transe", seria adequado procurar um neurologista, ok?
Comece a investigar com ajuda médica este assunto.
Atenciosamente
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Raquel,
Parece que você já tomou a decisão mais correta que é a de procurar ajuda especializada. Fazer diagnósticos com base em descrições de sintomas não é a forma mais adequada. Só traz preocupações e ansiedade. Os sintomas que você considera sinais de esquizofrenia também são bastante compatíveis com depressão. É necessário que, além da descrição dos sintomas exista também a observação clínica do profissional que está acompanhando o paciente.
Atenciosamente
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

Boa tarde. Infelizmente fui obrigada a terminar com o meu ex namorado, pq ele as vezes me machucava emocionalmente, as vezes era omisso e outras mentiroso. Por isso a situação se tornou insustentavel. Porem mesmo o amando muito e demais mesmo, nao pude voltar com ele quando ele questionou. Pq queria me previnir quanto a isto! Mas desde do termino, nao consigo esquece-lo e estou sofrendo muito mesmo, a ponto de chorar em qualq horario e lugar. E as vezes a dor da perda me corroi. Hj, acredito que ja virou a pagina e disse que ACHA QUE SENTI SO UM CARINHO, MAS NAO TEM TANTA CERTEZA. Eu nao sei mis o que fazer, pq estou sofrendo muito! O que acha que devo fazer? Grata

Anônimo disse...

Gostaria de saber se a pessoa que repete o final das frases que outras pessoas falam tem algum tipo de disturbio ou se e normal... alem de repetiro final das palavras como se fosse um eco , a pessoa ainda fala sozinha de vez enquanto ,meio que sussurrando. Sepuderem me ajudar ficarei grata.

Jana disse...

Bom dia,

Tenho a vida que sempre sonhei, mas sofro de ansiedade e com a chegada do meu terceiro filho isso aumentou um pouco, acabei engordando e não consigo me sentir bem comigo mesma, por essa e outras questões acabei sendo convencida pela psicóloga de minha mãe a fazer terapia semanal, estava indo tudo bem até que minha irmã também começou a freqüentar a mesma medica e em uma consulta a medica me contou detalhes de problemas meus com a minha irmã que foram abordados por minha irmã em sua consulta e acabei ficando com uma pulga atras da orelha com relação à ética da profissional em questão, pois sempre achei que tudo conversado dentro do consultório não seria repassado como em uma brincadeira de "telefone sem fio". Bem... Cancelei as consultas e já que minhas filhas haviam mudado seu horário de trabalho disse que ainda estava adaptando minha vida e que assim que estivesse mais organizada eu voltaria com as consultas. Um certo dia minha mãe vem à minha casa e começa a me questionar sobre minha organização e a minha forma de fazer as coisas e me fala "uma pessoa do seu meio, que te conhece bem, me falou que você precisa se organizar logo antes que com o passar do tempo você perca seu marido!" esse comentário me deixou muito chateada, acabei discutindo com minha mãe e ela, por fim, me falou que a Psicóloga teria falado isso em sua consulta na tentativa de fazer minha mãe me convencer a voltar!
Minha duvida é se estou exagerando e isso é comum ou se essa profissional realmente é anti-ética????

Obrigada

Janaine Pina

Anônimo disse...

Olá, gostaria de saber se o psicólogo pode atender, EVENTUALMENTE, o seu paciente em sua própria casa (casa do psicólogo)que não tem estrutura de consultório? Outra dúvida: o psicólogo pode sair para jantar com o paciente após a consulta? Ou isso seria antiético? Outra pergunta: o psicólogo pode evitar o/a companheiro ou companheira do seu paciente? Ex: ligo pra a psicóloga do meu namorado sem que ele saiba, para tirar dúvidas sobre seu comportamento e ela me trata mal, como se eu tivesse sendo invasiva. Qual a postura do psicólogo diante dos membros "familiares" do seu paciente?

Anônimo disse...

Estou num relacionamento com um rapaz à um ano, do qual gosto muito e disso não há dúvida, no entanto não consigo ter sempre prazer, e há dias que não sinto nada (e não falo só de prazer sexual) mesmo estando com ele e tendo noção do quanto gosto dele não consigo sentir nada e nem carinho quero por vezes. Penso que isso talvez seja do stress, ou algo assim no entanto gostaria de saber a opinião de um profissional da área pois não consigo arranjar uma explicação e ele não se sente bem e fica confuso por isto me acontecer. Agradecia uma resposta ou que me indica-se um local onde a pudesse obter. Obrigada.

Anônimo disse...

Oiie, gostaria saber como funciona o estágio de Psicologia para uma pessoa que está cursando Psicologia ??

NUNAP disse...

Olá Janaína,
Questões éticas devem ser abordadas diretamente com o conselho regional de psicologia. O que podemos te dizer aqui é que existe a terapia de família e a terapia individual. Geralmente, na terapia de família acontecem muitas reuniões com todos os membros da mesma e também sessões individuais. Na terapia individual com adultos, pode ser necessário solicitar o comparecimento dos familiares algumas vezes mas sempre combinando previamente com o paciente o que pode ser falado e abordado com aquele membro da familia. A confiança e a capacidade de vínculo é a base todo o processo de psicoterapia.
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

NUNAP disse...



Olá Anônima,
O psicólogo pode atender em casa sim, sem problemas. Geralmente, o profissional procura isolar um determinado cômodo da sua residência para isto.
É comum que um membro da família procure o terapeuta para falar algo em segredo. O profissional porém, tem um vínculo direto com o seu paciente e pode julgar não ser adequado ter conversas "secretas" com o outro membro da família. O vínculo é sempre entre o paciente e o terapeuta. O terapeuta tem que solicitar ao paciente permissão para falar com o membro da família que o procura e , caso julgue importante ter esta conversa com este membro, trabalhar antes com o paciente o motivo da desconfiança, para que não haja quebra de sigilo na relação.
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Olá Anônima,
Quanto à questão da falta de prazer , o ideal mesmo é que você procure um psicólogo. Entre no site do Conselho de Psicologia da sua cidade e se informe sobre os profissionais existentes, ok ?
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

NUNAP disse...

Caro Anônimo e Futuro Colega,
A psicologia é bastante ampla e existem diversos campos de atuação e consequentemente de estágio, cada um com sua especificidade.
temos a psicologia organizacional, clínica, jurídica, hospitalar, entre outros.
Atenciosamente,
Equipe NUNAP

Priscila Arcanjo disse...

Olá, tudo bom? Surgiu uma dúvida e não seinquem poderia me ajudar, dai achei esse blog e resolvi tentar. Seguinte, desde novembro/dezembro de 2006 eu e meu marido fazemos terapis de casal, orientação para educação dos filhso, e algumas vezes vai só eu ou só ele. Parece que nossa terapeuta segue a linha analítica lacaniana ( desculpe-me se estiver errada. Perguntei pra ela apenas uma vez e só lembro disso). Enfim, no começo desse ano eu briguei com minha cunhada (alvo frquente de reclamações em minhas consultas) e minha cunhada pediu pra ir com meu marido na nossa terapeuta. Meu marido foi com minha cunhada em uma consulta que seria minha e dele. A partir desse dia, minha terapeuta sempre tenta me convencer de que eu não estou sabendo interpretar minha cunhada. Isso me magoou demais. Inclusive, procurei outra terapeuta. Meu marido foi contra minha nova terapeuta e eu voltei pra antiga. Hoje fui em uma consulta e surgiu o tema "minha cunhada", e minha terapeuta pediu que eu falasse pra minha cunhada marcar horário com ela. Depois fui contar uma história e minha terapeuta disse que dou mais valor do que preciso pra essa pessoa e disse: pede pra ela vir consultar comigo.
Minha pergunta é a seguinte: ela pode atender mais de uma pessoa da família? E, meu marido, minha cunhada, a madrasta do meu marido ( que ela já atendeu algumas vezes)? Estou errada em querer procurar outra terapeuta?
Agradeço desde já a atenção,
Priscila Arcanjo

Anônimo disse...

Boa tarde, preciso de ajuda em relaçao a minha irma.
Ela tem o costume desde nova de pegar coisas dos outros dentro da escola e dentro de casa e se nao for pega no flagra, nega ate a morte...
Ja aconteceu muitos casos aqui em casa de objetos e dinheiro sumindo e sempre acreditamos que seja ela msm ela negando. e ela vive trazendo coisas da escola e diz que sao das amigas dela, mas ela nunca devolve.
O pior é que se a acusamos com as provas nas maos, mas sem pega-la no flagra ela se desmancha a chorar dizendo que estamos acusando-a injustamente, que somos todos contra ela... mas ela nunca admite que esta errada... como se estivesse convicta das suas palavras, como se realmente fosse verdade pra ela
eu tenho medo por minha irma... ja pesquisei algumas coisas na internet e me veio duas doenças que acredito que possam ser a causa disso: Cleptomania e Mitomania.
Preciso de ajuda para identificar oq verdadeiramente atinge minha irma...
Att R. S.

Anônimo disse...

Olá, Boa Noite!
A minha dúvida é com relação á uma medicação controlada Pamelor 10mg. Esta semana realizei alguns exames com medico gastroenterologista , onde constatou-se um quadro de Síndrome do Intestino Irritável e também um quadro de Intolerância á Lactose. O médico então me receitou SIILIF 100mg por 30 dias e também receitou o Pamelor 10mg por 2 meses. Eu relatei á ele que os quadros de diarreia sempre aumentam quando vou realizar alguma tarefa que seja nova , por exemplo: uma prova de concurso público; e também tende a aumentar na fase da TPM. Então, ele disse que o Pamelor 10mg seria para tratar a ansiedade. Eu fiquei um pouco assustada, e esta é a razão do meu contato. Este medicamento não deveria ser prescrito por um medico psiquiatra? As pessoas para tomar um medicamento controlado não deveriam ser submetidas a exames psicológicos?Tenho medo de tomar esta medicação e me causar dependência. Na bula diz que é um medicamento anti depressivo, para pessoas com tendência suicida. Tenho a impressão que pessoas que tomam medicação controlada são pessoas "comandadas" por uma droga; deixam de ser elas mesmas.Então não sei se devo fazer uso do Pamelor. Por favor se puder me ajudar com essa questão.
Desde já agradeço.

Anônimo disse...

O que pode sentir uma pessoa que é discriminada, e agredida verbalmente, com ofensas sobre ela(e) ter outra opção sexual? Isso pode levar a um tratamento psicológico?
Grata, Karina Luiza.

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
Sua pergunta fala de uma situação muito complexa, mas também nos mostra alguma forma de sentimento que suportou a turbulência. Não existe uma regra para lidar com as situações difíceis de uma relação. É muito importante que os dois reflitam sobre o acontecido, abrindo mão dos preconceitos e moralidades, enfrentando o fato. Olhe atentamente para o que ocorreu, caso sinta necessidade de ajuda, procure um psicoterapeuta individual, ou ainda um que atenda o casal. Pode ser bom para vocês aprofundarem suas questões pessoais envolvidas nesse episódio, embora pareça que foi uma falha apenas do outro, fala dos dois.

É muito importante, caso você decida permanecer na relação, para superar de verdade, precisa deixar que isso faça parte do passado, começando uma nova história. Não é apenas uma questão de vontade, precisa elaborar verdadeiramente para recomeçar. Muitas vezes um vento passa, racha paredes, mas mostra que a estrutura é firme e aguenta. Não sabemos se esse é o seu caso, mas se for, reformule o que estava frágil, agora com a experiência do que foi vivido.

Nenhuma decisão tem a garantia de ser a correta, somente você pode decidir o que você consegue ou não superar!

Desejamos lucidez e consciência neste momento de sua vida,

Equipe Nunap

Anônimo disse...

tem algum problema se nós queremos alguém só para nós?

Anônimo disse...

Estou numa situação difícil. Namoro há alguns meses um rapaz que faz terapia com uma colega minha (ele começou a terapia antes de me conhecer, e não fomos apresentados através dela). Já tive alguns problemas com essa colega há um tempo atrás. Não foi nada de muito grave e por isso achei que isso não poderia interferir em nada em meu relacionamento afetivo. O problema que vejo é que praticamente todos os dias em que ele tem terapia, ao sair de lá nós temos algum tipo de discussão mais séria. Sei que isso é algo absolutamente normal de se acontecer, afinal ele sai dali cheio de questões que o deixa mais sensível e reflexivo. O problema está no fato de que algumas de suas falas, enquanto discutimos, são idênticas às usadas por essa colega, sem contar nos juízos de valores que também ficam claros que não são dele. No começo achei que estava ficando paranoica com essa situação, mas a cada dia a situação ficava mais forte. Não conseguia acreditar que certos problemas do passado pudessem afetar tanto minha vida, se nem sou eu que estou ali em terapia. Hj descobri que o problema está muito além desses desentendimentos do passado, pois fiquei sabendo que antes de eu conhecer meu namorado, essa psicóloga queria ter o apresentado para uma outra amiga dela. Meu namorado tem uma relação de transferência muito forte com essa psicóloga e vejo que não posso e nem devo interferir nessa relação. Mas por outro lado, pelo o pouco que eu entendo, vejo que a postura dessa colega não está sendo nenhum pouco ética e profissional. Estou com muitas dúvidas de como devo proceder nessa situação, por isso peço a ajuda de vocês.

Anônimo disse...

Tenho um primo de 15 anos, que tem um comportamento muito estranho, ele é quieto, tem um olhar frio, não demostra sentimentos, é calado e quando fica nervoso se altera demais. Quando minha tia fala algo pra ele, ele obedece sem questionar, quando ele apanhava simplesmente olhava na cara da minha tia sem demonstrar nenhuma expressão, queria saber se isso é algo que devemos nos preocupar, minha tia diz que não é nada, mas a família está muito preocupada, temos medo dele por ele ser quieto demais, temos medo que ele possa fazer algo contra alguém e contra si mesmo. Que caminhos devemos prosseguir em relação a isso?

Anônimo disse...

Tenho um primo de 15 anos, que tem um comportamento muito estranho, ele é quieto, tem um olhar frio, não demostra sentimentos, é calado e quando fica nervoso se altera demais. Quando minha tia fala algo pra ele, ele obedece sem questionar, quando ele apanhava simplesmente olhava na cara da minha tia sem demonstrar nenhuma expressão, queria saber se isso é algo que devemos nos preocupar, minha tia diz que não é nada, mas a família está muito preocupada, temos medo dele por ele ser quieto demais, temos medo que ele possa fazer algo contra alguém e contra si mesmo. Que caminhos devemos prosseguir em relação a isso?

Vitória Cordasso disse...

Tenho um primo de 15 anos, que tem um comportamento muito estranho, ele é quieto, tem um olhar frio, não demostra sentimentos, é calado e quando fica nervoso se altera demais. Quando minha tia fala algo pra ele, ele obedece sem questionar, quando ele apanhava simplesmente olhava na cara da minha tia sem demonstrar nenhuma expressão, queria saber se isso é algo que devemos nos preocupar, minha tia diz que não é nada, mas a família está muito preocupada, temos medo dele por ele ser quieto demais, temos medo que ele possa fazer algo contra alguém e contra si mesmo. Que caminhos devemos prosseguir em relação a isso?

Douglésia Vieira disse...

Bem, eu li um livro, e em certas páginas, me encontrei muito incomodada e me sentindo mal, porém, eu sei da falsa realidade da história, pois se trata apenas de uma história fictícia o livro, o nome dele é "Quem é você, Alasca?", então, depois que li essas páginas, comecei a me sentir dona da história, como se eu fosse a garota, ou alguém que estivesse vendo tudo isso de cima, o problema é que essa garota morre na história, e eu comecei a me sentir sufocada, e atada por não conseguir fazê-la voltar a vida, gostaria de alguma opinião, ou alguma ideia a respeito disso, andei me sentindo mal a tarde inteira, chorei, como falei, fiquei até sem fôlego, sem ar.

NUNAP disse...

Vitória,

As suas observações quanto ao seu primo são pertinentes. Embora muito do seu relato seja bastante comum durante a adolescência, nos fala de um jovem com grade dificuldade de expressar os seus sentimentos. Isso, com certeza, deve estar causando muito sofrimento a este jovem. Não sabemos de sua história de vida e dos vínculos relacionais que construiu internamente, mas possivelmente constituiu algumas defesas que, a princípio, o ajudam a manter sua integridade psíquica. Entretanto, impede o seu contato e elaboração das emoções e sentimentos inerentes a cada experiência vivida.

Você nos fala ainda de que em sua educação, ainda criança, apanhava da mãe a quem não permitia que visse o seu sofrimento emocional e físico. Na adolescência, ocorre a integração de todas as construções anteriores, nas etapas que até então, foram vividas separadamente. Isso significa que as angústias se apresentam com a expectativa de formar a identidade pessoal e social. Nesta etapa, paralelo aos riscos, também estão a grande possibilidade de transformar conteúdos que estavam obscuros.

Sentimos que a família deseja muito ajudar este menino, amadureçam a ideia de iniciar um processo psicoterápico, que permita a expressão e o contato com o mundo interno. Com certeza isso pode ajudar muito na passagem para a vida adulta sem que seu primo se perca do que tem de melhor. Somente refazendo o caminho, olhando profundamente para sua história, ele poderá construir outro universo interno e externo e, primordialmente, descobrir a alegria do contato e das relações.

Desejamos muito sucesso no empreendimento de ajudarem este jovem neste momento tão rico e conturbado da vida.
Equipe nunap

NUNAP disse...

Douglésia,

Não é incomum nos identificarmos com personagens de livros e filmes. Projetamos muito de nossas inquietações e angústias em nossos heróis e heroínas. É claro que existe uma linha que separa algo comum a todos nós e uma outra forma de lidar com esta situação que acaba por gerar sofrimento ao indivíduo. Isto só pode ser visto em um atendimento específico, o que não é o caso deste espaço. Procure um profissional da área de psicologia e tire esta dúvida com ele, ok?
Att,
Equipe NUNAP

Anônimo disse...

GOSTARIA DE SABER SE UM PSICÓLOGO QUE FAZ ATENDIMENTO NA REDE SOCIAL PODE ENCAMINHAR UMA PESSOA DIRETAMENTE PARA UM GINECOLOGISTA, POIS A PESSOA EM QUESTÃO ESTAR COM PROBLEMAS RELACIONADOS A ESSA QUESTÃO .

Anônimo disse...

Estou querendo cursar psicologia,mas antes gostaria de conversar com um profissional na área,para esclarecer algumas dúvidas que ainda tenho.como é todo o curso?resumo.

Anônimo disse...

Estou cursando psicologia e tenho uma dúvida. Se um paciente confessa um crime, posso denunciar para a policia ?

NUNAP disse...

Olá Anônimo,
Você pergunta se o profissional deve denunciar o paciente à polícia, quando este comete crime, correto?
É uma pergunta bastante delicada pois algumas vezes o paciente tem um determinado impulso e está justamente buscando ajuda para parar com isto, como em um caso de cleptomania, por exemplo. É lógico que existem graus de delito e, em função disto, todos os Conselhos Regionais de Psicologia possuem Comissões de Ética que auxiliam os profissionais em questões deste tipo.
Abraços
Equipe Nunap

Anônimo disse...

Olá
Embora tenha um excelente entrosamento com minha terapeuta, em sessões que tratam de traumas, fico com dor de cabeça, e mesmo realizando exercícios de relaxamento, propostos por ela, essa dor de cabeça prossegue no dia seguinte à terapia, embora me sinta bem melhor em relação ao trauma trabalhado. Isso é normal?

Anônimo disse...

Oi
tenho duas filhas uma de cinco e outra que fara 3 aninhos esse mes. A mais nova adora brincar de barby, porem ultimamente ela pega as mesmas duas bonecas e diz que sao namoradas, mesmo tendo bonecos. E muito intereçante porque ela chega a pegar uma baby para mim e um boneco e diz que sou eu e o pai dela, mas ela tem namorada. Ela nunca vivenciou isso. Algumas vezes depois de filmes de princesas, ela ainda chega a dizer que quando crescer vai ter um principe e diz alguns nomes de meninos na escola. Mas essa historia da barby me impressionou o que fazer ?

Anna disse...

Olá, minha dúvida é bastante simples: há algum tempo ouvi uma pequena expressão dentro da teoria da Psicologia, mas não me lembro qual era...
Essa "palavra-chave" é designada para casos nos quais alguém diz algo aparentemente errado, que não tencionava dizer, mas que acabava sendo correta, devido à conduta inconsciente.
Talvez o tal nome tivesse algo a ver com erro...
Agradeço se puder me ajudar...!

NUNAP disse...

Caro Anônimo,
Difícil poder te ajudar a encontrar a tal palavra.

Anônimo disse...

Boa noite.
Eu na verdade nunca me preocupei muito comigo nem nunca falei disto a ninguém mas ultimamente tenho-me questionado para o facto de que se calhar coisas que acontecem comigo não sejam assim tão normais quanto eu pensava. Na minha cabeça toda a gente passa por isto mas nunca diz a ninguém e a verdade é que me questiono quanto à verdade nisto tudo.
Eu desde criança que me lembro de passar dias num estado normal ao mesmo tempo que deprimida. E isso sempre se refletiu na minha autoestima. A verdade é que tenho uma necessidade indecifrável de que as pessoas ao meu redor gostem de mim, e depois quando conquisto essas relações afasto-as. A verdade é que as minhas emoções me pregam bastantes partidas, tenho muitas muitas oscilações por dia. Posso estar normal numa festa com amigos e chegar a casa e ficar num estado inexplicável de depressão, quase sempre sem uma razão explícita e que muitas vezes me levam a tenar cometer loucuras. Não percebo como funciono, porque posso passar horas fechada em casa deprimida como posso acordar no dia seguinte completamente normal com se nada tivesse acontecido. E o ciclo é sempre este , vários dias por semana. Quando olho em meu redor e reflito não vejo as pessoas assim mas também não deixo que saibam como me sinto. Por isso quando alguém me começa a conhecer realmente eu afasto-as.
Provavelmente amanhã vou me rir do que escrevi neste comentário, e no dia seguinte volto ao estado de dúvida em que me encontro neste momento. Às vezes as pessoas perguntam me o que se passa porque às vezes nem eu própria me dou conta das oscilações inexplicáveis de humor que tenho por dia. Tenho 21 anos e isto acontece desde criança.

Anônimo disse...

Olá,


Meu nome é Diego, tenho 32 anos e desde os 27 tenho tido vontade de tornar-me travesti, mas percebo que são fases que vão e vêm. Sou homossexual e oscilo entre fases em que busco parceiro efeminado passivo e outras busco apenas parceiros ativos, muitos do "meio heterossexual", o que me dá vontade de me tornar travesti, mas que depois de um tempo passa, daí passo a buscar os passivos e me comportar de forma masculinizada, ainda que um pouco forçada, em algumas vezes.

Não sei o que fazer! Isso me atrapalha muito, pois quando estou na fase feminina, me visto dessa forma e tenho dificuldades no aspecto social e muitas vezes me isolo, deprimido e volto à fase masculina. Mas é tudo questão de tempo. Quando estou nas fases sou convicto delas, até que um desconforto social(fase feminino) ou uma busca incessante pela figura masculina (fase masculina) me fazem trocar novamente e me fazer até negar veementemente o desejo de ser o oposto.
Sou ator e daí não sei quando o lado feminino é um personagem ou não. Quando o lado excessivamente masculinizado (para atrair gays passivos) também o é ou não.

Sou bipolar e me medico com oxcarbazepina e setralina.

Estou sofrendo muito com isso e não consigo encontrar ajuda capaz de me fazer sossegar e me decidir.

Anônimo disse...

Olá gostaria de saber oque há de errado com meu marido, pois ele diz que é louco por mim, que sou uma mulher muito atraente e bonita, mais nunca tivemos relações sexuais. No inicio eu achava que ele era virgem e não tinha nenhuma experiencia e ficava inseguro de tomar atitudes erradas na cama e acabar me decepcionando. Cheguei até a ficar sismada que ele era gay, pois ele não demostrava interesse nenhum em fazer amor comigo... agora ele ate demostra interesse, mais não se esforça o sulficiente. Me ajude a compreender oque acontece com ele, por favor?

Anônimo disse...

Olá gostaria de saber pq meu marido não consegue fazer amor comigo, se ele diz que sou uma mulher bonita e muito atraente?

Anônimo disse...

olá gostaria de saber se tem como concluir se um homem é gay, pelas suas atitudes?

Anônimo disse...

Olá,queria saber se vcs podem me ajudar de alguma forma.
Nunca tive uma vida facil e amadureci cedo, aprendi a ter responsabilidades mto cedo. Acredito que de alguma forma eu tenha culpa por ser tão infeliz no amor. Meu primeiro namorado sério ficou comigo durante 3 anos, eu era uma jovem ingenua e pura. Ele me machucou demais, me prometeu o mundo e nunca cumpiu nada... ele tirou minha virgindade, me iludiu, me fez sentir usada e regeitada, pois meses depois foi embora pra minas, arrumou uma amante e engravidou ela. Pior ainda convidou minha irmã pro batizado da criança. Meu segundo namorado serio, tinha um certo rancor da ex. mais dizia ser mto feliz comigo e não sentir mais nda por ela. Moral da historia, ele me deu um pé na bunda, levou ela e os filhos dla pra casa dele e ainda reformou a casa. Meu atual marido não faz amor comigo e não sabe pq não consegue, ele me disse que era virgem e inseguro mais agora apesar de demostrar mais interesse não se esforça o sulficiente. me sinto uma mulher ignorada e regeitada pelo homem q diz que me ama, que é louco por mim e que me deseja. Sem falar que ele é mto mentiroso. Vou me casar com ele agora dia 18/10 e não sei oque fazer. sinto que amo ele demais, mais que ele não merece meu amor. Oque faço?

Anônimo disse...

tive uma crise de panico essa semana e to me sentindo muito cansada o q faço;....

Anônimo disse...

Ola!!!
Sou paciente em psicoterapia a um ano r meio. meu terapeuta atendeu meu namorado, mesmo sabendo que era meu namorado, sem meu consentimento e sem eu saber. Gostaria de saber se isso pode ser feito. mesmo porque o meu namorado está sendo atendido por outro psicologo e meu terapeuta estava ciente disso

Cleberson Molinari disse...

Quais devem ser os requisitos básicos (pessoais, teóricos, técnicos e etc.) para que um psicólogo social esteja qualificado para atuar em um projeto de intervenção com meninas adolescentes que estejam vivendo em situação de rua?

Anônimo disse...

Olá gostaria de saber se Duas crianças de 8 e 10 anos podem passar por atendimento psicológico individual com paicologa que se diz de orientacao analitica ( o tratamento e o impacto da separação dos pais nos filhos)

Claudio Alb disse...

Bom dia, estou precisando de um conselho, pois a uns dias atras to um choque ao ver no cel da minha mulher umas fotos dela pelada, e diz ela que era pra me mandar so que nao nem tempo que eu vi antes, que era pra mi fazer uma surpresa, so que eu nao acreditei nessa historia e desde entao to com aquilo na cabeça que ela ta me traindo. Mesmo que ela nunca me deu motivos pra desconfiar. Nossa vida sempre foi muito boa, a vida sexual sempre foi ativa eu nao podia ver ela e ja me exitava. Agora depois disso nao consigo transar com ela no começo ate bom so que quando ele lembro das fotos perco por completo a exitação.
Isso aconteceu duas vezes...
E agora ela que chora por causa disso... ja falei ontem pra agente mudar de ares ir em lugares diferentes pra mim nao lembrar disso...
Será que eu fiquei traumatizado por aquilo.
Estou com aquilo na cabeça de que ela me traiu e nao consigo ter relações com ela.
Gostaria de alguma ajuda.

Thiago Sabino Leite disse...

Olá, bom dia.
Meu nome é Thiago Sabino Leite, sou estudante de Psicologia do 5° semestre.
Bom, escrevi uma biografia de minha vida onde fui diagnosticado com cid F41.2 e cid F31, decidi fazer essa jornada, para tentar descobrir em que fato realmente pode ter me levado a esse diagnóstico.
Minha obra chama " Uma viagem ao meu ser ".
Bom, mais não é sobre isso minha dúvida, após lançar meu livro, uma moça, ao qual viu meu sofrimento entrou em contato comigo para uma possível ajuda, ela faz acompanhamento com psiquiatra e com Psicanalista, mas ao me deparar com seu transtorno, chamado de síndrome do pânico e ver seu sofrimento, decidi ajudar, não como psicológo e sim como humano.
Esse diálogo entre nos, me deu uma ideia para escrever meu próximo livro chamado " A menina de 13 dias ".
No livro deixo bem claro que decidi ajudar como ser humano sem vínculo nenhum e nem se quer dinheiro algum, ajudei por ver seu sofrimento.
Vamos lá, minha pergunta é.
Posso lançar meu livro?
Porque mandei a algumas pessoas o texto e a mesma me informa para tomar cuidado.
Não tenho um pingo de medo, mais para me precaver, decidi tirar essa dúvida.
Lembrando se que foi um diálogo entre nos, sem vínculos empregatívos.
Me respondam por gentileza.
Obrigado desde já.
Thiago Sabino Leite.
Email :thyago.s36@gmail.com

Thiago Sabino Leite disse...

Olá, bom dia.
Meu nome é Thiago Sabino Leite, sou estudante de Psicologia do 5° semestre.
Bom, escrevi uma biografia de minha vida onde fui diagnosticado com cid F41.2 e cid F31, decidi fazer essa jornada, para tentar descobrir em que fato realmente pode ter me levado a esse diagnóstico.
Minha obra chama " Uma viagem ao meu ser ".
Bom, mais não é sobre isso minha dúvida, após lançar meu livro, uma moça, ao qual viu meu sofrimento entrou em contato comigo para uma possível ajuda, ela faz acompanhamento com psiquiatra e com Psicanalista, mas ao me deparar com seu transtorno, chamado de síndrome do pânico e ver seu sofrimento, decidi ajudar, não como psicológo e sim como humano.
Esse diálogo entre nos, me deu uma ideia para escrever meu próximo livro chamado " A menina de 13 dias ".
No livro deixo bem claro que decidi ajudar como ser humano sem vínculo nenhum e nem se quer dinheiro algum, ajudei por ver seu sofrimento.
Vamos lá, minha pergunta é.
Posso lançar meu livro?
Porque mandei a algumas pessoas o texto e a mesma me informa para tomar cuidado.
Não tenho um pingo de medo, mais para me precaver, decidi tirar essa dúvida.
Lembrando se que foi um diálogo entre nos, sem vínculos empregatívos.
Me respondam por gentileza.
Obrigado desde já.
Thiago Sabino Leite.
Email :thyago.s36@gmail.com

Adriano Santana (asantana8@gmail.com) disse...

Prezados,

Sou estudante da área e estou no primeiro período.

Tenho uma dúvida teórica a respeito da abordagem TCC (Terapia Cognitivo Comportamental). Este nome sugere que houve uma fusão de duas abordagem distintas: cognitiva e behaviorismo , isto esta correto?

Desde já agradeço a ajuda.
Adriano Santana

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